Arquivos de Reflexão
Todos os dias somos “bombardeados” por uma infinidade de informações que nos chegam através dos cinco sentidos – visão, audição, paladar, tato e olfato. Uma grande parte dessas informações é processada pelo próprio organismo provocando reações automáticas ou que foram adquiridas ao logo de nossa existência. Quando uma fonte luminosa se intensifica em direção aos nossos olhos, gerando um desconforto, o organismo responde que devemos fechar as pálpebras para obstruir a passagem da luz. Ao ouvimos um telefone tocar, nossa atenção é despertada e assimilamos que alguém está tentando fazer contato.
Uma parte das informações que são recebidas ao longo do dia, como textos e símbolos, deve ser analisada, decodificada e interpretada através dos conhecimentos que temos do idioma empregado e das convenções sócio-culturais, como o emprego de sinais e cores para os mais diversos fins, como as placas de transito, ícones na informática, notas musicais, operação de equipamentos, etc.
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A criatividade é uma “atividade” que exige competência, empenho, estudo, tempo e inúmeros fatores que formam uma lista muito extensa. Na propaganda, esse esforço criativo está relacionado, entre outras coisas, ao planejamento de campanha, à estratégia, ao desenvolvimento das ações promocionais e institucionais, a produção das peças de comunicação.
Esses trabalhos, apesar de serem “sistematizados” através de rotinas para agilizar o processo criativo, como a elaboração de um briefing (levantamento de informações do cliente e suas necessidades) e a dedicação em realizar reuniões de brainstorm (tempestade de idéias), requerem mais do que isso, exigindo dos profissionais de propaganda o envolvimento com a “causa” do cliente. É necessário sentir a situação colocando-se no lugar do cliente, entendendo como é sua empresa ou produto, quais são as suas expectativas em relação ao mercado, suas dificuldades em relação à concorrência, seus potenciais, seus pontos fracos, onde ele quer chegar.
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Grande parte da propaganda produzida no Brasil é feita de forma amadora. Essa é uma realidade muito fácil de constatar, principalmente nos veículos de comunicação do interior – emissoras de TV, rádios, jornais e revistas –, em peças impressas, na mídia externa, na internet, entre outros canais.
Um fator de grande influência para sustentar esse cenário é a falta de qualificação dos profissionais que atuam no mercado, com “agências” oportunistas e “picaretas” que oferecem serviços sem a preocupação de alcançar bons resultados com os investimentos feitos pelos clientes.
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Nos últimos dias tenho enfrentado um sério problema com a escassez de tempo. Além das atividades profissionais que desenvolvo, também colaboro como voluntário para duas entidades. Por isso, o tempo livre que me resta para fazer minhas atividades pessoais é muito valioso – muito mesmo.
Porém, com os poucos minutos que me sobram a cada dia, acabou sendo difícil encontrar uma “janela” para escrever no blog, algo que faço com muito prazer, graças à satisfação que sinto de poder expressar e registrar os meus pensamentos, e pela valiosa oportunidade de compartilhamento de conhecimentos, idéias e opiniões que esta ferramenta possibilita.
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Acabo de almoçar com a minha família e tive a oportunidade de presenciar um “debate”, no mínimo, curioso. Meus pais e irmãos estavam comentando sobre a guerra de audiência na TV que ocorre entre Malhação (Globo), Ratinho (SBT), Datena (Band) e Pica-Pau (Record). Esses programas são transmitidos entre o horário das 17h30 e 18h30.
Conforme pude apurar – afinal, as fontes não são muito confiáveis –, o Ratinho está declarando que conquistou o segundo lugar em audiência. Esse foi o fato que iniciou toda a discussão na mesa. Porém, distante de querer concluir quem é realmente o líder de audiência, vou apenas traçar um paralelo e fazer uma breve análise sobre outras questões. Não me interessa o ranking, me interessa o que estão mostrando para as pessoas.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



