Arquivos de Reflexão

Informações valiosas

quarta-feira, 14 de outubro de 2009 13:40 Comentar Propaganda, Reflexão

To­dos os dias so­mos “bom­bar­de­a­dos” por uma in­fi­ni­dade de in­for­ma­ções que nos che­gam atra­vés dos cinco sen­ti­dos – vi­são, au­di­ção, pa­la­dar, tato e ol­fato. Uma grande parte des­sas in­for­ma­ções é pro­ces­sada pelo pró­prio or­ga­nismo pro­vo­cando re­a­ções au­to­má­ti­cas ou que fo­ram ad­qui­ri­das ao logo de nossa exis­tên­cia. Quando uma fonte lu­mi­nosa se in­ten­si­fica em di­re­ção aos nos­sos olhos, ge­rando um des­con­forto, o or­ga­nismo res­ponde que de­ve­mos fe­char as pál­pe­bras para obs­truir a pas­sa­gem da luz. Ao ou­vi­mos um te­le­fone to­car, nossa aten­ção é des­per­tada e as­si­mi­la­mos que al­guém está ten­tando fa­zer contato.

Uma parte das in­for­ma­ções que são re­ce­bi­das ao longo do dia, como tex­tos e sím­bo­los, deve ser ana­li­sada, de­co­di­fi­cada e in­ter­pre­tada atra­vés dos co­nhe­ci­men­tos que te­mos do idi­oma em­pre­gado e das con­ven­ções sócio-​​culturais, como o em­prego de si­nais e co­res para os mais di­ver­sos fins, como as pla­cas de tran­sito, íco­nes na in­for­má­tica, no­tas mu­si­cais, ope­ra­ção de equi­pa­men­tos, etc.
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Criatividade em série

quinta-feira, 10 de setembro de 2009 09:59 Comentar Propaganda, Reflexão

A cri­a­ti­vi­dade é uma “ati­vi­dade” que exige com­pe­tên­cia, em­pe­nho, es­tudo, tempo e inú­me­ros fa­to­res que for­mam uma lista muito ex­tensa. Na pro­pa­ganda, esse es­forço cri­a­tivo está re­la­ci­o­nado, en­tre ou­tras coi­sas, ao pla­ne­ja­mento de cam­pa­nha, à es­tra­té­gia, ao de­sen­vol­vi­mento das ações pro­mo­ci­o­nais e ins­ti­tu­ci­o­nais, a pro­du­ção das pe­ças de comunicação.

Es­ses tra­ba­lhos, ape­sar de se­rem “sis­te­ma­ti­za­dos” atra­vés de ro­ti­nas para agi­li­zar o pro­cesso cri­a­tivo, como a ela­bo­ra­ção de um bri­e­fing (le­van­ta­mento de in­for­ma­ções do cli­ente e suas ne­ces­si­da­des) e a de­di­ca­ção em re­a­li­zar reu­niões de brains­torm (tem­pes­tade de idéias), re­que­rem mais do que isso, exi­gindo dos pro­fis­si­o­nais de pro­pa­ganda o en­vol­vi­mento com a “causa” do cli­ente. É ne­ces­sá­rio sen­tir a si­tu­a­ção colocando-​​se no lu­gar do cli­ente, en­ten­dendo como é sua em­presa ou pro­duto, quais são as suas ex­pec­ta­ti­vas em re­la­ção ao mer­cado, suas di­fi­cul­da­des em re­la­ção à con­cor­rên­cia, seus po­ten­ci­ais, seus pon­tos fra­cos, onde ele quer che­gar.
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Propaganda profissional

quarta-feira, 8 de julho de 2009 12:32 1 comentário Propaganda, Reflexão

Grande parte da pro­pa­ganda pro­du­zida no Bra­sil é feita de forma ama­dora. Essa é uma re­a­li­dade muito fá­cil de cons­ta­tar, prin­ci­pal­mente nos veí­cu­los de co­mu­ni­ca­ção do in­te­rior – emis­so­ras de TV, rá­dios, jor­nais e re­vis­tas –, em pe­ças im­pres­sas, na mí­dia ex­terna, na in­ter­net, en­tre ou­tros canais.

Um fa­tor de grande in­fluên­cia para sus­ten­tar esse ce­ná­rio é a falta de qua­li­fi­ca­ção dos pro­fis­si­o­nais que atuam no mer­cado, com “agên­cias” opor­tu­nis­tas e “pi­ca­re­tas” que ofe­re­cem ser­vi­ços sem a pre­o­cu­pa­ção de al­can­çar bons re­sul­ta­dos com os in­ves­ti­men­tos fei­tos pe­los cli­en­tes.
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O tempo não para

quinta-feira, 2 de julho de 2009 13:05 Comentar Reflexão

Nos últi­mos dias te­nho en­fren­tado um sé­rio pro­blema com a es­cas­sez de tempo. Além das ati­vi­da­des pro­fis­si­o­nais que de­sen­volvo, tam­bém co­la­boro como vo­lun­tá­rio para duas en­ti­da­des. Por isso, o tempo li­vre que me resta para fa­zer mi­nhas ati­vi­da­des pes­so­ais é muito va­li­oso – muito mesmo.

Po­rém, com os pou­cos mi­nu­tos que me so­bram a cada dia, aca­bou sendo di­fí­cil en­con­trar uma “ja­nela” para es­cre­ver no blog, algo que faço com muito pra­zer, gra­ças à sa­tis­fa­ção que sinto de po­der ex­pres­sar e re­gis­trar os meus pen­sa­men­tos, e pela va­li­osa opor­tu­ni­dade de com­par­ti­lha­mento de co­nhe­ci­men­tos, idéias e opi­niões que esta fer­ra­menta pos­si­bi­lita.
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Pão e circo, digo, TV

quarta-feira, 27 de maio de 2009 13:49 1 comentário Jornalismo, Reflexão

Acabo de al­mo­çar com a mi­nha fa­mí­lia e tive a opor­tu­ni­dade de pre­sen­ciar um “de­bate”, no mí­nimo, cu­ri­oso. Meus pais e ir­mãos es­ta­vam co­men­tando so­bre a guerra de au­di­ên­cia na TV que ocorre en­tre Ma­lha­ção (Globo), Ra­ti­nho (SBT), Da­tena (Band) e Pica-​​Pau (Re­cord). Es­ses pro­gra­mas são trans­mi­ti­dos en­tre o ho­rá­rio das 17h30 e 18h30.

Con­forme pude apu­rar – afi­nal, as fon­tes não são muito con­fiá­veis –, o Ra­ti­nho está de­cla­rando que con­quis­tou o se­gundo lu­gar em au­di­ên­cia. Esse foi o fato que ini­ciou toda a dis­cus­são na mesa. Po­rém, dis­tante de que­rer con­cluir quem é re­al­mente o lí­der de au­di­ên­cia, vou ape­nas tra­çar um pa­ra­lelo e fa­zer uma breve aná­lise so­bre ou­tras ques­tões. Não me in­te­ressa o ran­king, me in­te­ressa o que es­tão mos­trando para as pes­soas.
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