Arquivos de Reflexão
Tarantino’s Mind, “Mente de Tarantino”. O curta é de 2006, um tanto quanto “velho” para nossa ânsia por novidades. Mas, apesar disso, o filme estrelado por Selton Mello e Seu Jorge é ótimo. A narrativa aponta várias coincidências existentes em vários filmes do diretor Quentin Tarantino – de Assassinos por Natureza até os dois volumes de Kill Bill –, defendendo a tese de que todos eles, na verdade, são um único filme.
Para quem é fã de Tarantino (como eu) – e, também, para quem não é –, vale a pena assistir. E, para quem já viu este vídeo, vale o “replay”.
Aviso: antes de executar o vídeo abaixo, informo que, por se tratar de uma análise de Tarantino, o filme apresenta cenas de violência e palavrões.
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É alarmante o volume de materiais de má qualidade e de baixa profundidade que são produzidos e que ganham, cada vez mais, espaços nas mídias de massa. E, pior do que todo esse lixo cultural, são os materiais com mensagens ofensivas e prejudiciais que estão ao alcance de todos.
A internet é uma das mídias que mais contribuem para construir essa realidade. Primeiro, graças à vulnerabilidade de moderação dos conteúdos publicados, já que blogs, páginas pessoais, fóruns de discussão, redes sociais e outras ferramentas, geralmente, contam apenas com o “controle editorial” de seus autores e participantes.
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É tempo de campanha eleitoral. Mais uma vez, estamos diante do “discurso” de alguns indivíduos que, claramente, não têm – e não assumem – a postura sensata que condiz com a importância das funções públicas às quais se candidataram. Pior do que as atitudes inadequadas é o desrespeito explícito com os eleitores e com o Brasil. A má índole de muitos candidatos é transparente em suas campanhas. Por exemplo, uma das mensagens veiculadas pelo candidato Tiririca foi: “O que é que faz um deputado federal? Na realidade eu não sei. Mas vote em mim que eu te conto.”
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As interações humanas – individuais e em grupos sociais – com os avanços tecnológicos estão quebrando, com muita intensidade, antigos paradigmas. Este novo cenário, fruto do desejo humano de progresso, está moldando os novos valores para o tempo, a educação, o conhecimento, a comunicação, a economia, a cultura, as relações sociais, o mundo globalizado.
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Todos os dias somos “bombardeados” por uma infinidade de informações que nos chegam através dos cinco sentidos – visão, audição, paladar, tato e olfato. Uma grande parte dessas informações é processada pelo próprio organismo provocando reações automáticas ou que foram adquiridas ao logo de nossa existência. Quando uma fonte luminosa se intensifica em direção aos nossos olhos, gerando um desconforto, o organismo responde que devemos fechar as pálpebras para obstruir a passagem da luz. Ao ouvimos um telefone tocar, nossa atenção é despertada e assimilamos que alguém está tentando fazer contato.
Uma parte das informações que são recebidas ao longo do dia, como textos e símbolos, deve ser analisada, decodificada e interpretada através dos conhecimentos que temos do idioma empregado e das convenções sócio-culturais, como o emprego de sinais e cores para os mais diversos fins, como as placas de transito, ícones na informática, notas musicais, operação de equipamentos, etc.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



