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Comunicação a preço de banana

Publicado terça-feira, 31 de março de 2009 às 10:39
Comunicação, Marketing, Opinião, Propaganda

É en­gra­çada – e mui­tas ve­zes sus­peita – a re­a­ção de es­panto de al­guns em­pre­sá­rios ou di­ri­gen­tes ao se de­pa­rar com or­ça­men­tos de cam­pa­nhas que en­vol­vem co­mu­ni­ca­ção de massa. Ex­ceto no caso de ser a pri­meira ex­pe­ri­ên­cia da pes­soa com esse tipo de tra­ba­lho, é di­fí­cil acre­di­tar que al­guém que está en­vol­vido com a di­vul­ga­ção não saiba que co­mu­ni­ca­ção de massa ne­ces­sita de in­ves­ti­men­tos – bons in­ves­ti­men­tos – e que uma cam­pa­nha não fica ba­rata – e, pro­va­vel­mente, nunca ficará.

Quando os ne­gó­cios da em­presa não es­tão ge­rando o re­torno es­pe­rado, uma das pri­mei­ras “idéias” que sur­gem na mente de quem co­manda é fa­zer uma ação pro­mo­ci­o­nal e di­vul­gar seus pro­du­tos e ser­vi­ços com grande in­ten­si­dade. Ape­sar disso, o fato que acaba sendo “es­tra­nho” é que, ge­ral­mente, não é feita uma as­so­ci­a­ção en­tre a in­ten­si­dade de­se­jada para a di­vul­ga­ção e a in­ten­si­dade de in­ves­ti­men­tos que será ne­ces­sá­ria.
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Atitude positiva

Publicado quinta-feira, 26 de março de 2009 às 12:58
Cotidiano, Opinião, Para pensar, Pessoal

Ao sur­gir um pro­blema na vida, a mai­o­ria das pes­soas as­sume uma ati­tude ne­ga­tiva, não acre­di­tando em sua ca­pa­ci­dade de su­pe­rar as di­fi­cul­da­des. Com ar de po­eta me­lan­có­lico e fra­cas­sado, o in­di­ví­duo acaba en­tre­gando suas for­ças sem lu­tar, acei­tando a der­rota como a op­ção única.

Mui­tas ve­zes, o que noto é que pa­rece ser mais sim­ples para as pes­soas ten­de­rem para o “lado ne­gro”, res­mun­gando pela má sorte, deixando-se cor­roer pelo pes­si­mismo, pela des­con­fi­ança, do que acei­tar o de­sa­fio das pe­dras que sur­gem no ca­mi­nho e ca­mi­nhar sem medo de ten­tar superá-las. Quando al­guém adota uma pos­tura onde deixa a sua alma aberta aos sen­ti­men­tos ne­ga­ti­vos e não busca ou acre­dita em sen­ti­men­tos po­si­ti­vos, es­tará fe­chando as por­tas para as opor­tu­ni­da­des de al­can­çar a fe­li­ci­dade.
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Praga de urubu magro

Publicado terça-feira, 24 de março de 2009 às 13:41
Cotidiano, Opinião, Para pensar, Pessoal

Em al­gu­mas pas­sa­gens da mi­nha car­reira, tive a ex­pe­ri­ên­cia – pés­sima – de co­nhe­cer pes­soas – em­pre­sá­rios, di­re­to­res, pa­trões, ou como qui­ser cha­mar – que, por suas em­pre­sas não os­ten­ta­rem po­si­ções des­ta­ca­das no mer­cado ou por sua pes­soa não ter cre­di­bi­li­dade junto à so­ci­e­dade, de­mons­tra­vam – e de­mons­tram – pro­funda in­veja de seus concorrentes.

Esse tipo de gente – ou gen­ta­lha –, ge­ral­mente, ali­menta o seu ódio atra­vés de sua falta de ca­pa­ci­dade e qua­li­fi­ca­ção pro­fis­si­o­nal ou de sua falta de ca­rá­ter e per­so­na­li­dade – quando não, am­bos. Por não te­rem co­ra­gem – e com­pe­tên­cia – para lu­tar limpo e en­fren­tar o de­sa­fio em busca do su­cesso, mui­tos aca­bam uti­li­zando ar­ti­fí­cios su­jos para ten­tar pre­ju­di­car ou­tras pes­soas que pos­sam es­tar “atra­pa­lhando” o seu ca­mi­nho.
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Eu sou o bom!

Publicado sexta-feira, 20 de março de 2009 às 11:13
Comunicação, Cotidiano, Marketing, Opinião, Para pensar, Pessoal

Com uma frequên­cia cada vez maior, te­nho no­tado que al­gu­mas pes­soas que acabo co­nhe­cendo no dia a dia, tanto atra­vés do meu tra­ba­lho como em re­la­ções pes­so­ais, têm o pés­simo há­bito de que­rer se va­lo­ri­zar. Essa ati­tude nar­ci­sista, na mai­o­ria dos ca­sos, é be­né­fica ape­nas ao ego do pró­prio in­di­ví­duo – e, mui­tas ve­zes, não é.
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Jabá bom é jabá na gaveta

Publicado segunda-feira, 16 de março de 2009 às 13:03
Comunicação, Cotidiano, Marketing, Opinião, Propaganda

O jabá, como é de­no­mi­nado pe­los pro­fis­si­o­nais de co­mu­ni­ca­ção, é um re­curso ado­tado por anun­ci­an­tes para di­vul­gar in­for­ma­ções – nor­mal­mente ten­den­ci­o­sas – so­bre pro­du­tos ou ser­vi­ços, in­se­ri­das no es­paço des­ti­nado ao con­teúdo jor­na­lís­tico, mascarando-as como no­tí­cia.
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Pé de frango

Publicado sexta-feira, 13 de março de 2009 às 12:17
Cotidiano, Marketing, Opinião, Pessoal

Em al­guns paí­ses asiá­ti­cos, o pé de frango é con­si­de­rado uma igua­ria. Va­lo­ri­zado, é in­gre­di­ente certo em di­ver­sos pra­tos. Po­rém, aqui no Bra­sil, é um dos cor­tes de aves que os con­su­mi­do­res me­nos se in­te­res­sam. En­tre os fa­to­res que jus­ti­fi­cam o des­prezo pelo pro­duto, es­tão ques­tões cul­tu­rais, gas­tronô­mi­cas e até superstição.

Es­sas ca­rac­te­rís­ti­cas do mer­cado na­ci­o­nal são de­ter­mi­nan­tes para de­fi­nir o seu baixo va­lor de venda. Gra­ças a isso, o termo “pé de frango” aca­bou sendo agre­gado ao vo­ca­bu­lá­rio po­pu­lar – ao me­nos aqui no in­te­rior de São Paulo – como sinô­nimo para coi­sas que tem pouco va­lor ou que não va­lem à pena, sendo usado, in­clu­sive, para de­fi­nir pes­soas. As­sim, não é raro ou­vir al­guém di­zer “pé de frango” para se re­fe­rir so­bre ser­vi­ços mal fei­tos, pro­du­tos de baixa qua­li­dade, pes­soas que não são in­te­res­san­tes, cli­en­tes ruins.
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Cada um no seu quadrado

Publicado sábado, 7 de março de 2009 às 12:15
Cotidiano, Opinião, Para pensar, Pessoal

Mui­tas pes­soas têm o de­feito de acre­di­tar que o seu um­bigo é o cen­tro do uni­verso. Com pou­cas ex­ce­ções, o in­di­ví­duo que adota essa pos­tura, fre­quen­te­mente, age de forma pre­con­cei­tu­osa em re­la­ção a tudo o que não se­gue a sua ló­gica de pen­sa­mento, não se en­qua­dra nos seus va­lo­res – pes­so­ais, pro­fis­si­o­nais, mo­rais –, não ocorre no seu co­ti­di­ano, ou, pior ainda, não faz parte do seu re­per­tó­rio e ex­pe­ri­ên­cia. As­sim, es­ses fa­to­res, na mai­o­ria dos ca­sos, li­mi­tam esse in­di­ví­duo a ela­bo­rar um jul­ga­mento in­te­li­gente, uma vez que, nor­mal­mente, não dis­põe de co­nhe­ci­men­tos e re­cur­sos para fa­zer ava­li­a­ções co­e­ren­tes e al­can­çar con­clu­sões sensatas.

Pode até pa­re­cer um exa­gero, mas basta ob­ser­var um pouco as pes­soas – e, prin­ci­pal­mente, nós mes­mos – para no­tar que no dia-a-dia ocor­rem inú­me­ras si­tu­a­ções em que nos de­pa­ra­mos com gente – ou so­mos o pró­prio su­jeito – que age “como se ti­vesse o rei na bar­riga” ou acha que a ver­dade su­prema do mundo está toda den­tro de sua ca­beça. O que esse in­di­ví­duo acre­dita – e de­fende – é “lei”, está certo. O que as ou­tras pes­soas pen­sam e que con­tra­di­zem a sua opi­nião é “crime”, está er­rado.
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Um passo na direção certa

Publicado quinta-feira, 5 de março de 2009 às 08:44
Cotidiano, Opinião, Pessoal

Ainda não de­sisti da Mega-Sena. Como mui­tos bra­si­lei­ros, ali­mento a es­pe­rança de um dia ga­nhar o prê­mio, mesmo sa­bendo que é algo quase im­pos­sí­vel de acon­te­cer. Po­rém, te­nho cons­ci­ên­cia de que isso é ape­nas um so­nho que não de­pende da mi­nha von­tade, mas so­mente da sorte.

Ar­qui­te­tar so­nhos é uma ca­rac­te­rís­tica inata do ser hu­mano. E to­dos sa­bem que so­nhos es­qui­si­tos ou com “coi­sas” im­pos­sí­veis – que es­tão fora de nosso con­trole – são tão co­muns como enganar-se acre­di­tando que um dia pos­sam de fato acon­te­cer. É nessa con­di­ção de en­ga­nar a si pró­prio que o in­di­ví­duo ali­menta um grande pro­blema: mui­tas ve­zes, ele es­pera pela con­cre­ti­za­ção de so­nhos mi­la­gro­sos e não toma as ati­tu­des para que as mu­dan­ças re­ais acon­te­çam em sua vida, con­forme sua von­tade, suas opor­tu­ni­da­des e suas com­pe­tên­cias.
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Tuitando

Publicado sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 às 13:46
Comunicação, Cotidiano, Opinião, Pessoal

Sei que vou pro­lon­gar um pouco mais um as­sunto que apre­sen­tei on­tem, mas nos últi­mos dias co­me­cei a ana­li­sar o Twit­ter – prin­ci­pal­mente a ma­neira como eu o uti­li­zava – e me ques­ti­o­nar so­bre suas re­ais qua­li­da­des e fun­ci­o­na­li­da­des como mí­dia so­cial e, tam­bém, como fer­ra­menta de co­mu­ni­ca­ção de massa. Logo cons­ta­tei que esse tipo de re­fle­xão é muito co­mum e está sendo am­pla­mente dis­cu­tida na In­ter­net.
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A melhor opção

Publicado segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 12:32
Comunicação, Design Gráfico, Dicas, Marketing, Opinião, Propaganda

Há al­gum tempo atrás, du­rante uma con­versa com um amigo pu­bli­ci­tá­rio, dis­cu­ti­mos so­bre a ma­neira como grande parte dos em­pre­sá­rios – prin­ci­pal­mente os pe­que­nos e mé­dios em­pre­sá­rios – en­cara e tra­ba­lha de forma ama­dora a co­mu­ni­ca­ção e a pro­pa­ganda de suas empresas.

Sem to­mar cons­ci­ên­cia de to­das as va­riá­veis que es­tão en­vol­vi­das nesse tra­ba­lho, é praxe de mui­tos di­ri­gen­tes não de­fi­ni­rem um pla­ne­ja­mento, tanto a curto como a longo prazo, dei­xando de es­ti­pu­lar os ob­je­ti­vos da em­presa – não só de co­mu­ni­ca­ção, como tam­bém de mar­ke­ting, co­mer­cial, etc – e de de­ter­mi­nar me­tas e uma me­to­do­lo­gia para alcançá-las.
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Bruno Gonçalves é profissional de comunicação, trabalha com assessoria de comunicação, propaganda, design gráfico e internet. Bauru, SP.
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