Arquivos de: Relacionamentos
Comunicação a preço de banana
É engraçada – e muitas vezes suspeita – a reação de espanto de alguns empresários ou dirigentes ao se deparar com orçamentos de campanhas que envolvem comunicação de massa. Exceto no caso de ser a primeira experiência da pessoa com esse tipo de trabalho, é difícil acreditar que alguém que está envolvido com a divulgação não saiba que comunicação de massa necessita de investimentos – bons investimentos – e que uma campanha não fica barata – e, provavelmente, nunca ficará.
Quando os negócios da empresa não estão gerando o retorno esperado, uma das primeiras “idéias” que surgem na mente de quem comanda é fazer uma ação promocional e divulgar seus produtos e serviços com grande intensidade. Apesar disso, o fato que acaba sendo “estranho” é que, geralmente, não é feita uma associação entre a intensidade desejada para a divulgação e a intensidade de investimentos que será necessária.
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Atitude positiva
Ao surgir um problema na vida, a maioria das pessoas assume uma atitude negativa, não acreditando em sua capacidade de superar as dificuldades. Com ar de poeta melancólico e fracassado, o indivíduo acaba entregando suas forças sem lutar, aceitando a derrota como a opção única.
Muitas vezes, o que noto é que parece ser mais simples para as pessoas tenderem para o “lado negro”, resmungando pela má sorte, deixando-se corroer pelo pessimismo, pela desconfiança, do que aceitar o desafio das pedras que surgem no caminho e caminhar sem medo de tentar superá-las. Quando alguém adota uma postura onde deixa a sua alma aberta aos sentimentos negativos e não busca ou acredita em sentimentos positivos, estará fechando as portas para as oportunidades de alcançar a felicidade.
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Praga de urubu magro
Em algumas passagens da minha carreira, tive a experiência – péssima – de conhecer pessoas – empresários, diretores, patrões, ou como quiser chamar – que, por suas empresas não ostentarem posições destacadas no mercado ou por sua pessoa não ter credibilidade junto à sociedade, demonstravam – e demonstram – profunda inveja de seus concorrentes.
Esse tipo de gente – ou gentalha –, geralmente, alimenta o seu ódio através de sua falta de capacidade e qualificação profissional ou de sua falta de caráter e personalidade – quando não, ambos. Por não terem coragem – e competência – para lutar limpo e enfrentar o desafio em busca do sucesso, muitos acabam utilizando artifícios sujos para tentar prejudicar outras pessoas que possam estar “atrapalhando” o seu caminho.
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Eu sou o bom!
Com uma frequência cada vez maior, tenho notado que algumas pessoas que acabo conhecendo no dia a dia, tanto através do meu trabalho como em relações pessoais, têm o péssimo hábito de querer se valorizar. Essa atitude narcisista, na maioria dos casos, é benéfica apenas ao ego do próprio indivíduo – e, muitas vezes, não é.
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Jabá bom é jabá na gaveta
O jabá, como é denominado pelos profissionais de comunicação, é um recurso adotado por anunciantes para divulgar informações – normalmente tendenciosas – sobre produtos ou serviços, inseridas no espaço destinado ao conteúdo jornalístico, mascarando-as como notícia.
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Pé de frango
Em alguns países asiáticos, o pé de frango é considerado uma iguaria. Valorizado, é ingrediente certo em diversos pratos. Porém, aqui no Brasil, é um dos cortes de aves que os consumidores menos se interessam. Entre os fatores que justificam o desprezo pelo produto, estão questões culturais, gastronômicas e até superstição.
Essas características do mercado nacional são determinantes para definir o seu baixo valor de venda. Graças a isso, o termo “pé de frango” acabou sendo agregado ao vocabulário popular – ao menos aqui no interior de São Paulo – como sinônimo para coisas que tem pouco valor ou que não valem à pena, sendo usado, inclusive, para definir pessoas. Assim, não é raro ouvir alguém dizer “pé de frango” para se referir sobre serviços mal feitos, produtos de baixa qualidade, pessoas que não são interessantes, clientes ruins.
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Cada um no seu quadrado
Muitas pessoas têm o defeito de acreditar que o seu umbigo é o centro do universo. Com poucas exceções, o indivíduo que adota essa postura, frequentemente, age de forma preconceituosa em relação a tudo o que não segue a sua lógica de pensamento, não se enquadra nos seus valores – pessoais, profissionais, morais –, não ocorre no seu cotidiano, ou, pior ainda, não faz parte do seu repertório e experiência. Assim, esses fatores, na maioria dos casos, limitam esse indivíduo a elaborar um julgamento inteligente, uma vez que, normalmente, não dispõe de conhecimentos e recursos para fazer avaliações coerentes e alcançar conclusões sensatas.
Pode até parecer um exagero, mas basta observar um pouco as pessoas – e, principalmente, nós mesmos – para notar que no dia-a-dia ocorrem inúmeras situações em que nos deparamos com gente – ou somos o próprio sujeito – que age “como se tivesse o rei na barriga” ou acha que a verdade suprema do mundo está toda dentro de sua cabeça. O que esse indivíduo acredita – e defende – é “lei”, está certo. O que as outras pessoas pensam e que contradizem a sua opinião é “crime”, está errado.
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Um passo na direção certa
Ainda não desisti da Mega-Sena. Como muitos brasileiros, alimento a esperança de um dia ganhar o prêmio, mesmo sabendo que é algo quase impossível de acontecer. Porém, tenho consciência de que isso é apenas um sonho que não depende da minha vontade, mas somente da sorte.
Arquitetar sonhos é uma característica inata do ser humano. E todos sabem que sonhos esquisitos ou com “coisas” impossíveis – que estão fora de nosso controle – são tão comuns como enganar-se acreditando que um dia possam de fato acontecer. É nessa condição de enganar a si próprio que o indivíduo alimenta um grande problema: muitas vezes, ele espera pela concretização de sonhos milagrosos e não toma as atitudes para que as mudanças reais aconteçam em sua vida, conforme sua vontade, suas oportunidades e suas competências.
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Tuitando
Sei que vou prolongar um pouco mais um assunto que apresentei ontem, mas nos últimos dias comecei a analisar o Twitter – principalmente a maneira como eu o utilizava – e me questionar sobre suas reais qualidades e funcionalidades como mídia social e, também, como ferramenta de comunicação de massa. Logo constatei que esse tipo de reflexão é muito comum e está sendo amplamente discutida na Internet.
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A melhor opção
Há algum tempo atrás, durante uma conversa com um amigo publicitário, discutimos sobre a maneira como grande parte dos empresários – principalmente os pequenos e médios empresários – encara e trabalha de forma amadora a comunicação e a propaganda de suas empresas.
Sem tomar consciência de todas as variáveis que estão envolvidas nesse trabalho, é praxe de muitos dirigentes não definirem um planejamento, tanto a curto como a longo prazo, deixando de estipular os objetivos da empresa – não só de comunicação, como também de marketing, comercial, etc – e de determinar metas e uma metodologia para alcançá-las.
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