Arquivos de: Críticas
Efeito ui!
Acredito que, ultimamente, tenho me postado como uma pessoa bem chata em relação às coisas que estão acontecendo na área de comunicação. Canso de ler notícias, blogs e revistas, discutir com amigos sobre propaganda, jornalismo, design, televisão, e a minha postura, raramente, é a de ver algo e pensar “poxa, que grande idéia essa”. Sei que boas idéias há aos montes. Idéias copiadas, então... Porém, idéias inovadoras que causam grande impacto, são pouquíssimas.
Leia [+]
Imprimir
Pensando bem o marketing
Conhecendo os casos de sucesso daqueles que apostaram em investir no planejamento de marketing e que agora desfrutam das vantagens conquistadas, as empresas têm buscado, cada vez mais, implantar serviços tomando como base os conceitos do marketing dentro de sua estrutura. Estudar e definir uma estratégia inteligente pode ser o diferencial importante para aqueles que desejam conquistar destaque no mercado.
Leia [+]
Imprimir
Queimando dinheiro
Sempre critiquei essa postura de “queimar dinheiro” em campanhas de comunicação. Essa declaração pode até parecer um devaneio meu, afinal de contas, quem é louco o bastante para jogar dinheiro fora?
Porém, não é preciso fazer muito esforço para notar que isso acontece nas empresas e agências com mais frequência do que se imagina. A discussão sobre esse assunto não é recente. Há alguns anos, durante uma reunião numa agência, usei o termo “panfretagem” – com a letra “r” mesmo – para citar essa nociva característica do mercado publicitário de desperdiçar a verba dos clientes em ações equivocadas – para não dizer burras.
Leia [+]
Imprimir
Comunicação a preço de banana
É engraçada – e muitas vezes suspeita – a reação de espanto de alguns empresários ou dirigentes ao se deparar com orçamentos de campanhas que envolvem comunicação de massa. Exceto no caso de ser a primeira experiência da pessoa com esse tipo de trabalho, é difícil acreditar que alguém que está envolvido com a divulgação não saiba que comunicação de massa necessita de investimentos – bons investimentos – e que uma campanha não fica barata – e, provavelmente, nunca ficará.
Quando os negócios da empresa não estão gerando o retorno esperado, uma das primeiras “idéias” que surgem na mente de quem comanda é fazer uma ação promocional e divulgar seus produtos e serviços com grande intensidade. Apesar disso, o fato que acaba sendo “estranho” é que, geralmente, não é feita uma associação entre a intensidade desejada para a divulgação e a intensidade de investimentos que será necessária.
Leia [+]
Imprimir
Praga de urubu magro
Em algumas passagens da minha carreira, tive a experiência – péssima – de conhecer pessoas – empresários, diretores, patrões, ou como quiser chamar – que, por suas empresas não ostentarem posições destacadas no mercado ou por sua pessoa não ter credibilidade junto à sociedade, demonstravam – e demonstram – profunda inveja de seus concorrentes.
Esse tipo de gente – ou gentalha –, geralmente, alimenta o seu ódio através de sua falta de capacidade e qualificação profissional ou de sua falta de caráter e personalidade – quando não, ambos. Por não terem coragem – e competência – para lutar limpo e enfrentar o desafio em busca do sucesso, muitos acabam utilizando artifícios sujos para tentar prejudicar outras pessoas que possam estar “atrapalhando” o seu caminho.
Leia [+]
Imprimir
Eu sou o bom!
Com uma frequência cada vez maior, tenho notado que algumas pessoas que acabo conhecendo no dia a dia, tanto através do meu trabalho como em relações pessoais, têm o péssimo hábito de querer se valorizar. Essa atitude narcisista, na maioria dos casos, é benéfica apenas ao ego do próprio indivíduo – e, muitas vezes, não é.
Leia [+]
Imprimir
“Otimização” do tempo
otimização
o.ti.mi.za.ção
sf (otimizar+ção) 1 Estat Processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza. 2 por ext Ato ou efeito de otimizar, acepção 2.
Dicionário Michaelis (Versão on-line)
Hoje, mais uma vez, me peguei fazendo o horário de almoço em menos de 10 minutos. Comi pouco, mas esse fator não justifica o tempo escasso que dediquei à refeição. Já havia feito o que estava agendado – devidamente agendado – para o período da manhã. Ainda houve tempo para atender um cliente que apareceu de surpresa e precisava de uns backups.
Nesse momento, o meu único compromisso antes de ir ao trabalho é escrever um texto para o blog. São 12h07 e tenho praticamente uma hora para finalizar esse post. O tema que havia pensado em abordar hoje não seria este. Porém, logo que me vi correndo, com pressa, sem uma necessidade aparente, me perguntei: Porque estou fazendo isso?
Leia [+]
Imprimir
Jabá bom é jabá na gaveta
O jabá, como é denominado pelos profissionais de comunicação, é um recurso adotado por anunciantes para divulgar informações – normalmente tendenciosas – sobre produtos ou serviços, inseridas no espaço destinado ao conteúdo jornalístico, mascarando-as como notícia.
Leia [+]
Imprimir
Pé de frango
Em alguns países asiáticos, o pé de frango é considerado uma iguaria. Valorizado, é ingrediente certo em diversos pratos. Porém, aqui no Brasil, é um dos cortes de aves que os consumidores menos se interessam. Entre os fatores que justificam o desprezo pelo produto, estão questões culturais, gastronômicas e até superstição.
Essas características do mercado nacional são determinantes para definir o seu baixo valor de venda. Graças a isso, o termo “pé de frango” acabou sendo agregado ao vocabulário popular – ao menos aqui no interior de São Paulo – como sinônimo para coisas que tem pouco valor ou que não valem à pena, sendo usado, inclusive, para definir pessoas. Assim, não é raro ouvir alguém dizer “pé de frango” para se referir sobre serviços mal feitos, produtos de baixa qualidade, pessoas que não são interessantes, clientes ruins.
Leia [+]
Imprimir
Cada um no seu quadrado
Muitas pessoas têm o defeito de acreditar que o seu umbigo é o centro do universo. Com poucas exceções, o indivíduo que adota essa postura, frequentemente, age de forma preconceituosa em relação a tudo o que não segue a sua lógica de pensamento, não se enquadra nos seus valores – pessoais, profissionais, morais –, não ocorre no seu cotidiano, ou, pior ainda, não faz parte do seu repertório e experiência. Assim, esses fatores, na maioria dos casos, limitam esse indivíduo a elaborar um julgamento inteligente, uma vez que, normalmente, não dispõe de conhecimentos e recursos para fazer avaliações coerentes e alcançar conclusões sensatas.
Pode até parecer um exagero, mas basta observar um pouco as pessoas – e, principalmente, nós mesmos – para notar que no dia-a-dia ocorrem inúmeras situações em que nos deparamos com gente – ou somos o próprio sujeito – que age “como se tivesse o rei na barriga” ou acha que a verdade suprema do mundo está toda dentro de sua cabeça. O que esse indivíduo acredita – e defende – é “lei”, está certo. O que as outras pessoas pensam e que contradizem a sua opinião é “crime”, está errado.
Leia [+]
Imprimir
Encontre aqui!
Administração Atitude Blogs Blogsfera Cases Clientes Comunicação Cotidiano Criatividade Críticas Datas Design Educação Eleições Eventos Fotografia Frases Imagens Imprensa Internet Jornalismo Marketing Moral Mídia Notícias Opinião Pensamentos Pessoal Planejamento Política Profissão Propaganda Publicidade Redes sociais Relacionamentos Televisão Tempo Twitter Vídeos ÉticaPerfil
Navegação
Divulgue

Para pensar
“Aquele que sempre cede aos outros terminará não tendo nenhum princípio próprio”.
Assinatura
Arquivos
Assunto
Data


































