Arquivos de: Clientes
Praga de urubu magro
Em algumas passagens da minha carreira, tive a experiência – péssima – de conhecer pessoas – empresários, diretores, patrões, ou como quiser chamar – que, por suas empresas não ostentarem posições destacadas no mercado ou por sua pessoa não ter credibilidade junto à sociedade, demonstravam – e demonstram – profunda inveja de seus concorrentes.
Esse tipo de gente – ou gentalha –, geralmente, alimenta o seu ódio através de sua falta de capacidade e qualificação profissional ou de sua falta de caráter e personalidade – quando não, ambos. Por não terem coragem – e competência – para lutar limpo e enfrentar o desafio em busca do sucesso, muitos acabam utilizando artifícios sujos para tentar prejudicar outras pessoas que possam estar “atrapalhando” o seu caminho.
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Eu sou o bom!
Com uma frequência cada vez maior, tenho notado que algumas pessoas que acabo conhecendo no dia a dia, tanto através do meu trabalho como em relações pessoais, têm o péssimo hábito de querer se valorizar. Essa atitude narcisista, na maioria dos casos, é benéfica apenas ao ego do próprio indivíduo – e, muitas vezes, não é.
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Pé de frango
Em alguns países asiáticos, o pé de frango é considerado uma iguaria. Valorizado, é ingrediente certo em diversos pratos. Porém, aqui no Brasil, é um dos cortes de aves que os consumidores menos se interessam. Entre os fatores que justificam o desprezo pelo produto, estão questões culturais, gastronômicas e até superstição.
Essas características do mercado nacional são determinantes para definir o seu baixo valor de venda. Graças a isso, o termo “pé de frango” acabou sendo agregado ao vocabulário popular – ao menos aqui no interior de São Paulo – como sinônimo para coisas que tem pouco valor ou que não valem à pena, sendo usado, inclusive, para definir pessoas. Assim, não é raro ouvir alguém dizer “pé de frango” para se referir sobre serviços mal feitos, produtos de baixa qualidade, pessoas que não são interessantes, clientes ruins.
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Automedicação
Na relação entre o profissional de comunicação e seu cliente, não é raro precisar enfrentar uma situação – em alguns casos incomoda – em que o cliente busca impor as suas preferências pessoais ao tom da comunicação da marca – independente de ser institucional ou não – e querer ditar o conteúdo que será produzido para as peças.
Essa postura que o cliente assume não pode ser criticada ou encarada com maus olhos. Não será positivo para o prestador de serviço entrar em “queda-de-braço” com seu cliente para tentar lhe apresentar quais são as melhores alternativas para desenvolver o trabalho. Ainda pior do que isso, pela força do ego “ferido” – o que é muito comum entre publicitários e designer, por exemplo –, seria mais incoerente perder o controle da situação buscando mostrar para o cliente quem é o “dono da razão” e quem tem mais conhecimento sobre o tema comunicação.
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