Arquivos de Relacionamentos
Com uma frequência cada vez maior, tenho notado que algumas pessoas que acabo conhecendo no dia a dia, tanto através do meu trabalho como em relações pessoais, têm o péssimo hábito de querer se valorizar. Essa atitude narcisista, na maioria dos casos, é benéfica apenas ao ego do próprio indivíduo – e, muitas vezes, não é.
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O jabá, como é denominado pelos profissionais de comunicação, é um recurso adotado por anunciantes para divulgar informações – normalmente tendenciosas – sobre produtos ou serviços, inseridas no espaço destinado ao conteúdo jornalístico, mascarando-as como notícia.
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Em alguns países asiáticos, o pé de frango é considerado uma iguaria. Valorizado, é ingrediente certo em diversos pratos. Porém, aqui no Brasil, é um dos cortes de aves que os consumidores menos se interessam. Entre os fatores que justificam o desprezo pelo produto, estão questões culturais, gastronômicas e até superstição.
Essas características do mercado nacional são determinantes para definir o seu baixo valor de venda. Graças a isso, o termo “pé de frango” acabou sendo agregado ao vocabulário popular – ao menos aqui no interior de São Paulo – como sinônimo para coisas que tem pouco valor ou que não valem à pena, sendo usado, inclusive, para definir pessoas. Assim, não é raro ouvir alguém dizer “pé de frango” para se referir sobre serviços mal feitos, produtos de baixa qualidade, pessoas que não são interessantes, clientes ruins.
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Muitas pessoas têm o defeito de acreditar que o seu umbigo é o centro do universo. Com poucas exceções, o indivíduo que adota essa postura, frequentemente, age de forma preconceituosa em relação a tudo o que não segue a sua lógica de pensamento, não se enquadra nos seus valores – pessoais, profissionais, morais –, não ocorre no seu cotidiano, ou, pior ainda, não faz parte do seu repertório e experiência. Assim, esses fatores, na maioria dos casos, limitam esse indivíduo a elaborar um julgamento inteligente, uma vez que, normalmente, não dispõe de conhecimentos e recursos para fazer avaliações coerentes e alcançar conclusões sensatas.
Pode até parecer um exagero, mas basta observar um pouco as pessoas – e, principalmente, nós mesmos – para notar que no dia-a-dia ocorrem inúmeras situações em que nos deparamos com gente – ou somos o próprio sujeito – que age “como se tivesse o rei na barriga” ou acha que a verdade suprema do mundo está toda dentro de sua cabeça. O que esse indivíduo acredita – e defende – é “lei”, está certo. O que as outras pessoas pensam e que contradizem a sua opinião é “crime”, está errado.
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Ainda não desisti da Mega-Sena. Como muitos brasileiros, alimento a esperança de um dia ganhar o prêmio, mesmo sabendo que é algo quase impossível de acontecer. Porém, tenho consciência de que isso é apenas um sonho que não depende da minha vontade, mas somente da sorte.
Arquitetar sonhos é uma característica inata do ser humano. E todos sabem que sonhos esquisitos ou com “coisas” impossíveis – que estão fora de nosso controle – são tão comuns como enganar-se acreditando que um dia possam de fato acontecer. É nessa condição de enganar a si próprio que o indivíduo alimenta um grande problema: muitas vezes, ele espera pela concretização de sonhos milagrosos e não toma as atitudes para que as mudanças reais aconteçam em sua vida, conforme sua vontade, suas oportunidades e suas competências.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



