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Quem procura, acha!

sexta-feira, 27 de março de 2009 13:45 Comentar Jornalismo, Reflexão

O jor­na­lista Da­tena é fa­moso por apre­sen­tar seu pro­grama te­le­vi­sivo apos­tando, ge­ral­mente, num dis­curso ca­rac­te­ri­zado pela re­volta con­tra tudo e to­dos. Sen­sa­ci­o­na­lista, cos­tuma en­fo­car suas no­tí­cias na ex­plo­ra­ção da vi­o­lên­cia ba­nal com o ob­je­tivo de ge­rar co­mo­ção po­pu­lar e, lo­gi­ca­mente, muita audiência.

Per­so­ni­fi­cando uma pos­tura de “ma­chão”, não se cansa de cri­ti­car os cri­mi­no­sos e as in­jus­ti­ças so­ci­ais como se ele pró­prio so­fresse to­das as des­gra­ças que mos­tra na TV. Po­rém, os mé­to­dos que sua equipe uti­liza para di­vul­gar as in­for­ma­ções aca­bam sendo dis­cu­tí­veis, prin­ci­pal­mente levando-​​se em conta que o ob­je­tivo prin­ci­pal do jor­na­lismo é trans­mi­tir com cla­reza as in­for­ma­ções e, de pre­fe­rên­cia, de forma im­par­cial. As­sim, o pa­pel so­cial que de­ve­ria exer­cer como jor­na­lista, acaba se per­dendo.
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A espera de um milagre

domingo, 2 de novembro de 2008 10:35 Comentar Etc

Hoje é o dia em que mui­tos bra­si­lei­ros – in­clu­sive eu – vão li­gar a te­le­vi­são para as­sis­tir a cor­rida de Fór­mula 1 como não fa­ziam há muito tempo. Desde que o nosso ídolo Ayr­ton Senna nos dei­xou tra­gi­ca­mente, aca­bou, para mui­tas pes­soas, o grande mo­tivo de ex­pec­ta­tiva e de ale­grias aos do­min­gos. Aca­bou como a sua vida, que se en­cer­rou numa curva em 1994. O ídolo mor­reu, mas não os seus exem­plos de pa­tri­o­tismo, de ide­a­lismo e de com­pro­me­ti­mento com o seu trabalho.

Fe­li­zes aque­les que ti­ve­ram a opor­tu­ni­dade de as­sis­tir a cor­ri­das me­mo­rá­veis, onde, in­de­pen­dente do re­sul­tado, acima de tudo, fi­cava ex­plí­cita a de­ter­mi­na­ção de Ayr­ton Senna em busca da vi­tó­ria, su­pe­rando mui­tas di­fi­cul­da­des, de­mons­trando ta­lento, téc­nica e co­ra­gem.
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Independência para a diversidade

segunda-feira, 8 de setembro de 2008 15:26 Comentar Etc

Em Bauru, o dia 7 de se­tem­bro de 2008 não fi­cou mar­cado ape­nas por ser a data em que se co­me­mora a In­de­pen­dên­cia do Bra­sil. Neste do­mingo foi re­a­li­zada na ci­dade a pri­meira pa­rada gay. In­ti­tu­lada “Pa­rada pela Di­ver­si­dade”, o ma­ni­festo fes­tivo or­ga­ni­zado pela ADB (As­so­ci­a­ção Bauru pela Di­ver­si­dade) teve um en­fo­que am­plo. Além de apoiar o pú­blico GLBT (Gays, lés­bi­cas, bis­se­xu­ais e trans­gê­ne­ros), teve o ob­je­tivo de de­fen­der a igual­dade de di­rei­tos para as mi­no­rias que so­frem dis­cri­mi­na­ção, como ne­gros, ido­sos, pes­soas com de­fi­ci­ên­cias, por­ta­do­res do ví­rus HIV e Aids.

O evento ocor­reu na ave­nida Na­ções Uni­das e teve a pre­sença de um grande pú­blico. Três trios elé­tri­cos ani­ma­ram a festa. Com or­ga­ni­zada des­ta­cada, am­plo apoio e co­ber­tura da im­prensa lo­cal, a re­per­cus­são do evento foi po­si­tiva e es­ti­mula o diá­logo so­bre esse tema.