Arquivos de Imagens

“Otimização” do tempo

quarta-feira, 18 de março de 2009 13:31 1 comentário Etc, Reflexão

otimização
o.ti.mi.za.ção
sf (otimizar+ção) 1 Estat Processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza. 2 por ext Ato ou efeito de otimizar, acepção 2.
Dicionário Michaelis (Versão on-line)

Hoje, mais uma vez, me pe­guei fa­zendo o ho­rá­rio de al­moço em me­nos de 10 mi­nu­tos. Comi pouco, mas esse fa­tor não jus­ti­fica o tempo es­casso que de­di­quei à re­fei­ção. Já ha­via feito o que es­tava agen­dado – de­vi­da­mente agen­dado – para o pe­ríodo da ma­nhã. Ainda houve tempo para aten­der um cli­ente que apa­re­ceu de sur­presa e pre­ci­sava de uns backups.

Nesse mo­mento, o meu único com­pro­misso an­tes de ir ao tra­ba­lho é es­cre­ver um texto para o blog. São 12h07 e te­nho pra­ti­ca­mente uma hora para fi­na­li­zar esse post. O tema que ha­via pen­sado em abor­dar hoje não se­ria este. Po­rém, logo que me vi cor­rendo, com pressa, sem uma ne­ces­si­dade apa­rente, me per­gun­tei: Por­que es­tou fa­zendo isso?
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Jabá bom é jabá na gaveta

segunda-feira, 16 de março de 2009 13:03 2 comentários Jornalismo, Propaganda

O jabá, como é de­no­mi­nado pe­los pro­fis­si­o­nais de co­mu­ni­ca­ção, é um re­curso ado­tado por anun­ci­an­tes para di­vul­gar in­for­ma­ções – nor­mal­mente ten­den­ci­o­sas – so­bre pro­du­tos ou ser­vi­ços, in­se­ri­das no es­paço des­ti­nado ao con­teúdo jor­na­lís­tico, mascarando-​​as como no­tí­cia.
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Pé de frango

sexta-feira, 13 de março de 2009 12:17 2 comentários Reflexão

Em al­guns paí­ses asiá­ti­cos, o pé de frango é con­si­de­rado uma igua­ria. Va­lo­ri­zado, é in­gre­di­ente certo em di­ver­sos pra­tos. Po­rém, aqui no Bra­sil, é um dos cor­tes de aves que os con­su­mi­do­res me­nos se in­te­res­sam. En­tre os fa­to­res que jus­ti­fi­cam o des­prezo pelo pro­duto, es­tão ques­tões cul­tu­rais, gas­tronô­mi­cas e até superstição.

Es­sas ca­rac­te­rís­ti­cas do mer­cado na­ci­o­nal são de­ter­mi­nan­tes para de­fi­nir o seu baixo va­lor de venda. Gra­ças a isso, o termo “pé de frango” aca­bou sendo agre­gado ao vo­ca­bu­lá­rio po­pu­lar – ao me­nos aqui no in­te­rior de São Paulo – como sinô­nimo para coi­sas que tem pouco va­lor ou que não va­lem à pena, sendo usado, in­clu­sive, para de­fi­nir pes­soas. As­sim, não é raro ou­vir al­guém di­zer “pé de frango” para se re­fe­rir so­bre ser­vi­ços mal fei­tos, pro­du­tos de baixa qua­li­dade, pes­soas que não são in­te­res­san­tes, cli­en­tes ruins.
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Twitter unilateral

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 13:34 2 comentários Cibercultura

Aderi ao Twit­ter há al­gum tempo e es­crevo lá com certa freqüên­cia. Pelo que no­tei – e noto –, não faço nada muito di­fe­rente do que muita gente que está “twit­tando”. E, sin­ce­ra­mente, can­sei des­sas inutilidades.

O Twit­ter não pode car­re­gar a culpa pela mi­nha po­bre ex­pe­ri­ên­cia com a fer­ra­menta. Eu ima­gino que não es­tou fa­zendo o uso da ma­neira mais ade­quada, ape­nas utilizando-​​o como um bloco para pe­que­nas ano­ta­ções de pen­sa­men­tos va­gos. Po­rém, hoje, de­cidi mu­dar a mi­nha pos­tura e pre­tendo in­te­ra­gir com as pes­soas que “me se­guem” e, tam­bém, com as que eu acho que es­tou se­guindo. A par­tir de agora, o Twit­ter, para mim, deve dei­xar de ser uma fer­ra­menta de co­mu­ni­ca­ção uni­la­te­ral. Chega de es­cre­ver men­sa­gens que não são do in­te­resse de nin­guém, além de mim mesmo.


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Matar barata a tijolada

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 19:52 1 comentário Propaganda

Du­rante uma reu­nião numa agên­cia que tra­ba­lhei, tive a “in­fe­li­ci­dade” de pro­nun­ciar a bar­ba­ri­dade “ma­tar ba­rata a ti­jo­lada” para exem­pli­fi­car uma de­ter­mi­nada si­tu­a­ção. Disse isso sem an­tes fa­zer uma ava­li­a­ção ra­ci­o­nal so­bre o real sig­ni­fi­cado. E agora sem­pre me lem­bro desta frase.

Es­tá­va­mos de­ba­tendo so­bre uma cam­pa­nha pro­mo­ci­o­nal que iría­mos re­a­li­zar para um cli­ente. Como todo anun­ci­ante, seus ob­je­ti­vos eram sim­ples e mo­des­tos: cau­sar grande im­pacto no mer­cado, ob­ter ex­ce­len­tes re­sul­ta­dos de ven­das, con­quis­tar a pre­fe­rên­cia dos con­su­mi­do­res, as­su­mir a li­de­rança no seg­mento e, óbvio, al­can­çar lu­cros exor­bi­tan­tes.
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