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otimização
o.ti.mi.za.ção
sf (otimizar+ção) 1 Estat Processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza. 2 por ext Ato ou efeito de otimizar, acepção 2.
Dicionário Michaelis (Versão on-line)
Hoje, mais uma vez, me peguei fazendo o horário de almoço em menos de 10 minutos. Comi pouco, mas esse fator não justifica o tempo escasso que dediquei à refeição. Já havia feito o que estava agendado – devidamente agendado – para o período da manhã. Ainda houve tempo para atender um cliente que apareceu de surpresa e precisava de uns backups.
Nesse momento, o meu único compromisso antes de ir ao trabalho é escrever um texto para o blog. São 12h07 e tenho praticamente uma hora para finalizar esse post. O tema que havia pensado em abordar hoje não seria este. Porém, logo que me vi correndo, com pressa, sem uma necessidade aparente, me perguntei: Porque estou fazendo isso?
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O jabá, como é denominado pelos profissionais de comunicação, é um recurso adotado por anunciantes para divulgar informações – normalmente tendenciosas – sobre produtos ou serviços, inseridas no espaço destinado ao conteúdo jornalístico, mascarando-as como notícia.
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Em alguns países asiáticos, o pé de frango é considerado uma iguaria. Valorizado, é ingrediente certo em diversos pratos. Porém, aqui no Brasil, é um dos cortes de aves que os consumidores menos se interessam. Entre os fatores que justificam o desprezo pelo produto, estão questões culturais, gastronômicas e até superstição.
Essas características do mercado nacional são determinantes para definir o seu baixo valor de venda. Graças a isso, o termo “pé de frango” acabou sendo agregado ao vocabulário popular – ao menos aqui no interior de São Paulo – como sinônimo para coisas que tem pouco valor ou que não valem à pena, sendo usado, inclusive, para definir pessoas. Assim, não é raro ouvir alguém dizer “pé de frango” para se referir sobre serviços mal feitos, produtos de baixa qualidade, pessoas que não são interessantes, clientes ruins.
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Aderi ao Twitter há algum tempo e escrevo lá com certa freqüência. Pelo que notei – e noto –, não faço nada muito diferente do que muita gente que está “twittando”. E, sinceramente, cansei dessas inutilidades.
O Twitter não pode carregar a culpa pela minha pobre experiência com a ferramenta. Eu imagino que não estou fazendo o uso da maneira mais adequada, apenas utilizando-o como um bloco para pequenas anotações de pensamentos vagos. Porém, hoje, decidi mudar a minha postura e pretendo interagir com as pessoas que “me seguem” e, também, com as que eu acho que estou seguindo. A partir de agora, o Twitter, para mim, deve deixar de ser uma ferramenta de comunicação unilateral. Chega de escrever mensagens que não são do interesse de ninguém, além de mim mesmo.
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Durante uma reunião numa agência que trabalhei, tive a “infelicidade” de pronunciar a barbaridade “matar barata a tijolada” para exemplificar uma determinada situação. Disse isso sem antes fazer uma avaliação racional sobre o real significado. E agora sempre me lembro desta frase.
Estávamos debatendo sobre uma campanha promocional que iríamos realizar para um cliente. Como todo anunciante, seus objetivos eram simples e modestos: causar grande impacto no mercado, obter excelentes resultados de vendas, conquistar a preferência dos consumidores, assumir a liderança no segmento e, óbvio, alcançar lucros exorbitantes.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



