Arquivos de Ética
No livro Bem-vindo à vida, o autor Eduardo Aquino conta a história do Dr Rodrigo Baxkim, um psiquiatra que sempre discordou da postura fria de colegas de profissão, buscando criar relações verdadeiras com seus pacientes, ajudando-os a enxergar os valores da vida e a entender a morte como algo natural.
No auge de sua carreira, o médico fica sabendo que está com uma doença grave e que lhe resta pouco tempo de vida. Nesta situação crítica, o personagem desenvolve a história com reflexões profundas sobre as relações humanas e as energias que regem a vida.
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Numa primeira impressão, muitas pessoas podem julgar que a associação do próprio nome – no caso, o meu – ao termo “comunicação inteligente” soa como uma expressão arrogante ou presunçosa. Porém, essa não é a intenção. O objetivo, ao unir essas duas palavras – comunicação inteligente –, é criar conexões de significados para formar e descrever, de forma rápida e objetiva, o conceito fundamental que orienta a filosofia do meu trabalho.
Mas afinal, o que é comunicação inteligente?
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Conhecendo os casos de sucesso daqueles que apostaram em investir no planejamento de marketing e que agora desfrutam das vantagens conquistadas, as empresas têm buscado, cada vez mais, implantar serviços tomando como base os conceitos do marketing dentro de sua estrutura. Estudar e definir uma estratégia inteligente pode ser o diferencial importante para aqueles que desejam conquistar destaque no mercado.
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Grande parte da propaganda produzida no Brasil é feita de forma amadora. Essa é uma realidade muito fácil de constatar, principalmente nos veículos de comunicação do interior – emissoras de TV, rádios, jornais e revistas –, em peças impressas, na mídia externa, na internet, entre outros canais.
Um fator de grande influência para sustentar esse cenário é a falta de qualificação dos profissionais que atuam no mercado, com “agências” oportunistas e “picaretas” que oferecem serviços sem a preocupação de alcançar bons resultados com os investimentos feitos pelos clientes.
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Sempre critiquei essa postura de “queimar dinheiro” em campanhas de comunicação. Essa declaração pode até parecer um devaneio meu, afinal de contas, quem é louco o bastante para jogar dinheiro fora?
Porém, não é preciso fazer muito esforço para notar que isso acontece nas empresas e agências com mais frequência do que se imagina. A discussão sobre esse assunto não é recente. Há alguns anos, durante uma reunião numa agência, usei o termo “panfretagem” – com a letra “r” mesmo – para citar essa nociva característica do mercado publicitário de desperdiçar a verba dos clientes em ações equivocadas – para não dizer burras.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



