Arquivos de Comunicação

Propaganda profissional

quarta-feira, 8 de julho de 2009 12:32 1 comentário Propaganda, Reflexão

Grande parte da pro­pa­ganda pro­du­zida no Bra­sil é feita de forma ama­dora. Essa é uma re­a­li­dade muito fá­cil de cons­ta­tar, prin­ci­pal­mente nos veí­cu­los de co­mu­ni­ca­ção do in­te­rior – emis­so­ras de TV, rá­dios, jor­nais e re­vis­tas –, em pe­ças im­pres­sas, na mí­dia ex­terna, na in­ter­net, en­tre ou­tros canais.

Um fa­tor de grande in­fluên­cia para sus­ten­tar esse ce­ná­rio é a falta de qua­li­fi­ca­ção dos pro­fis­si­o­nais que atuam no mer­cado, com “agên­cias” opor­tu­nis­tas e “pi­ca­re­tas” que ofe­re­cem ser­vi­ços sem a pre­o­cu­pa­ção de al­can­çar bons re­sul­ta­dos com os in­ves­ti­men­tos fei­tos pe­los cli­en­tes.
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Twitter pisa no tomate

quinta-feira, 14 de maio de 2009 13:49 Comentar Cibercultura, Comunicação

To­dos de­vem ima­gi­nar que o Twit­ter está so­frendo muito com a ava­lan­che de no­vos usuá­rios e o grande fluxo de men­sa­gens que são com­par­ti­lha­das a todo ins­tante. Com o “boom” da fer­ra­menta, o vo­lume de trá­fego em seus ser­vi­do­res deve ter cres­cido pro­por­ci­o­nal­mente ao vo­lume de no­vos usuá­rios. Por­tanto, junto com o su­cesso, che­ga­ram os problemas.

Uma pro­vá­vel so­lu­ção, como não po­de­ria dei­xar de ser, che­gou a ser es­pe­cu­lada vá­rias ve­zes: o Go­o­gle, o gi­gante de­vo­ra­dor de no­vi­da­des da in­ter­net, com­prar o Twit­ter. Além de toda a es­pe­cu­la­ção, tam­bém su­gi­ram bo­a­tos e “no­tí­cias” de que essa ne­go­ci­a­ção re­al­mente foi con­cre­ti­zada, de forma “se­creta”, ou que en­vol­viam ci­fras bi­li­o­ná­rias. Po­rém, se o bo­ato é ou não é ver­dade, até agora não li nada ofi­cial a res­peito.
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Comunicação a preço de banana

terça-feira, 31 de março de 2009 10:39 Comentar Propaganda

É en­gra­çada – e mui­tas ve­zes sus­peita – a re­a­ção de es­panto de al­guns em­pre­sá­rios ou di­ri­gen­tes ao se de­pa­rar com or­ça­men­tos de cam­pa­nhas que en­vol­vem co­mu­ni­ca­ção de massa. Ex­ceto no caso de ser a pri­meira ex­pe­ri­ên­cia da pes­soa com esse tipo de tra­ba­lho, é di­fí­cil acre­di­tar que al­guém que está en­vol­vido com a di­vul­ga­ção não saiba que co­mu­ni­ca­ção de massa ne­ces­sita de in­ves­ti­men­tos – bons in­ves­ti­men­tos – e que uma cam­pa­nha não fica ba­rata – e, pro­va­vel­mente, nunca ficará.

Quando os ne­gó­cios da em­presa não es­tão ge­rando o re­torno es­pe­rado, uma das pri­mei­ras “idéias” que sur­gem na mente de quem co­manda é fa­zer uma ação pro­mo­ci­o­nal e di­vul­gar seus pro­du­tos e ser­vi­ços com grande in­ten­si­dade. Ape­sar disso, o fato que acaba sendo “es­tra­nho” é que, ge­ral­mente, não é feita uma as­so­ci­a­ção en­tre a in­ten­si­dade de­se­jada para a di­vul­ga­ção e a in­ten­si­dade de in­ves­ti­men­tos que será ne­ces­sá­ria.
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Quem procura, acha!

sexta-feira, 27 de março de 2009 13:45 Comentar Jornalismo, Reflexão

O jor­na­lista Da­tena é fa­moso por apre­sen­tar seu pro­grama te­le­vi­sivo apos­tando, ge­ral­mente, num dis­curso ca­rac­te­ri­zado pela re­volta con­tra tudo e to­dos. Sen­sa­ci­o­na­lista, cos­tuma en­fo­car suas no­tí­cias na ex­plo­ra­ção da vi­o­lên­cia ba­nal com o ob­je­tivo de ge­rar co­mo­ção po­pu­lar e, lo­gi­ca­mente, muita audiência.

Per­so­ni­fi­cando uma pos­tura de “ma­chão”, não se cansa de cri­ti­car os cri­mi­no­sos e as in­jus­ti­ças so­ci­ais como se ele pró­prio so­fresse to­das as des­gra­ças que mos­tra na TV. Po­rém, os mé­to­dos que sua equipe uti­liza para di­vul­gar as in­for­ma­ções aca­bam sendo dis­cu­tí­veis, prin­ci­pal­mente levando-​​se em conta que o ob­je­tivo prin­ci­pal do jor­na­lismo é trans­mi­tir com cla­reza as in­for­ma­ções e, de pre­fe­rên­cia, de forma im­par­cial. As­sim, o pa­pel so­cial que de­ve­ria exer­cer como jor­na­lista, acaba se per­dendo.
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Eu sou o bom!

sexta-feira, 20 de março de 2009 11:13 2 comentários Etc, Reflexão

Com uma frequên­cia cada vez maior, te­nho no­tado que al­gu­mas pes­soas que acabo co­nhe­cendo no dia a dia, tanto atra­vés do meu tra­ba­lho como em re­la­ções pes­so­ais, têm o pés­simo há­bito de que­rer se va­lo­ri­zar. Essa ati­tude nar­ci­sista, na mai­o­ria dos ca­sos, é be­né­fica ape­nas ao ego do pró­prio in­di­ví­duo – e, mui­tas ve­zes, não é.
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