Arquivos de Comunicação

Comunicação superficial

quarta-feira, 9 de junho de 2010 19:34
Cibercultura, Comunicação

A cada dia é mais fá­cil per­ce­ber uma mu­dança com­por­ta­men­tal que está se for­ta­le­cendo na so­ci­e­dade mo­derna: a busca, cada vez maior, por in­for­ma­ções mais re­su­mi­das, seg­men­ta­das, di­re­tas, ex­plí­ci­tas, rá­pi­das e, con­se­que­te­mente, su­per­fi­ci­ais. Per­ce­bendo esta ten­dên­cia e sen­tindo as tur­bu­lên­cias mer­ca­do­ló­gi­cas ge­ra­das por este novo ce­ná­rio, os meios de co­mu­ni­ca­ção es­tão en­fren­tando um pro­cesso de trans­for­ma­ção cons­tante, lan­çando no­vos for­ma­tos e ado­tando no­vas fer­ra­men­tas para aten­der, cada vez mais, as no­vas de­man­das da co­mu­ni­ca­ção de massa. Nesta fase de tran­si­ção – como em ou­tras –, o ato de no­ti­ciar tam­bém está evoluindo.

Co­mer­cial apre­senta o novo pro­jeto grá­fico da Fo­lha de São Paulo

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A Copa 2010 e seus comerciais

sexta-feira, 21 de maio de 2010 13:25
Propaganda

A con­ta­gem re­gres­siva está pró­xima do fim. Agora, fal­tam pou­cos dias para co­me­çar a Copa da África do Sul. E essa pro­xi­mi­dade, além de au­men­tar a an­si­e­dade de tor­ce­do­res do mundo in­teiro, tam­bém pro­move um gran­di­oso mo­vi­mento da pro­pa­ganda, que já está abor­dando o tema com muita inten-sidade, prin­ci­pal­mente na te­le­vi­são. Dessa forma, para um co­mer­cial de TV con­quis­tar a aten­ção dos es­pec­ta­do­res é pre­ciso ter bas­tante cri­a­ti­vi­dade e apos­tar em men­sa­gens que me­xam com a emo­ção dos tor­ce­do­res. E essa tá­tica não é ne­nhum se­gredo. Os anun­ci­an­tes e as agên­cias de pu­bli­ci­dade sa­bem disso e es­ti­mu­lam a ex­pec­ta­tiva pela Copa com be­los co­mer­ci­ais, como po­de­mos con­fe­rir em al­guns exem­plos abaixo.

Nike, “Write the fu­ture”

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O mundo fragmentado

sexta-feira, 7 de maio de 2010 13:48
Cibercultura, Comunicação, Reflexão

As in­te­ra­ções hu­ma­nas – in­di­vi­du­ais e em gru­pos so­ci­ais – com os avan­ços tec­no­ló­gi­cos es­tão que­brando, com muita in­ten­si­dade, an­ti­gos pa­ra­dig­mas. Este novo ce­ná­rio, fruto do de­sejo hu­mano de pro­gresso, está mol­dando os no­vos va­lo­res para o tempo, a edu­ca­ção, o co­nhe­ci­mento, a co­mu­ni­ca­ção, a eco­no­mia, a cul­tura, as re­la­ções so­ci­ais, o mundo glo­ba­li­zado.

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Efeito ui!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 18:10
Comunicação, Design, Marketing, Propaganda

Acre­dito que, ul­ti­ma­mente, te­nho me pos­tado como uma pes­soa bem chata em re­la­ção às coi­sas que es­tão acon­te­cendo na área de co­mu­ni­ca­ção. Canso de ler no­tí­cias, blogs e re­vis­tas, dis­cu­tir com ami­gos so­bre pro­pa­ganda, jor­na­lismo, de­sign, te­le­vi­são, e a mi­nha pos­tura, ra­ra­mente, é a de ver algo e pen­sar “poxa, que grande idéia essa”. Sei que boas idéias há aos mon­tes. Idéias co­pi­a­das, en­tão... Po­rém, idéias ino­va­do­ras que cau­sam grande im­pacto, são pouquís­si­mas.

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Propaganda profissional

quarta-feira, 8 de julho de 2009 12:32
Propaganda, Reflexão

Grande parte da pro­pa­ganda pro­du­zida no Bra­sil é feita de forma ama­dora. Essa é uma re­a­li­dade muito fá­cil de cons­ta­tar, prin­ci­pal­mente nos veí­cu­los de co­mu­ni­ca­ção do in­te­rior – emis­so­ras de TV, rá­dios, jor­nais e re­vis­tas –, em pe­ças im­pres­sas, na mí­dia ex­terna, na in­ter­net, en­tre ou­tros canais.

Um fa­tor de grande in­fluên­cia para sus­ten­tar esse ce­ná­rio é a falta de qua­li­fi­ca­ção dos pro­fis­si­o­nais que atuam no mer­cado, com “agên­cias” opor­tu­nis­tas e “pi­ca­re­tas” que ofe­re­cem ser­vi­ços sem a pre­o­cu­pa­ção de al­can­çar bons re­sul­ta­dos com os in­ves­ti­men­tos fei­tos pe­los cli­en­tes.

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Twitter pisa no tomate

quinta-feira, 14 de maio de 2009 13:49
Cibercultura, Comunicação

To­dos de­vem ima­gi­nar que o Twit­ter está so­frendo muito com a ava­lan­che de no­vos usuá­rios e o grande fluxo de men­sa­gens que são com­par­ti­lha­das a todo ins­tante. Com o “boom” da fer­ra­menta, o vo­lume de trá­fego em seus ser­vi­do­res deve ter cres­cido pro­por­ci­o­nal­mente ao vo­lume de no­vos usuá­rios. Por­tanto, junto com o su­cesso, che­ga­ram os problemas.

Uma pro­vá­vel so­lu­ção, como não po­de­ria dei­xar de ser, che­gou a ser es­pe­cu­lada vá­rias ve­zes: o Go­o­gle, o gi­gante de­vo­ra­dor de no­vi­da­des da in­ter­net, com­prar o Twit­ter. Além de toda a es­pe­cu­la­ção, tam­bém su­gi­ram bo­a­tos e “no­tí­cias” de que essa ne­go­ci­a­ção re­al­mente foi con­cre­ti­zada, de forma “se­creta”, ou que en­vol­viam ci­fras bi­li­o­ná­rias. Po­rém, se o bo­ato é ou não é ver­dade, até agora não li nada ofi­cial a res­peito.

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Comunicação a preço de banana

terça-feira, 31 de março de 2009 10:39
Propaganda

É en­gra­çada – e mui­tas ve­zes sus­peita – a re­a­ção de es­panto de al­guns em­pre­sá­rios ou di­ri­gen­tes ao se de­pa­rar com or­ça­men­tos de cam­pa­nhas que en­vol­vem co­mu­ni­ca­ção de massa. Ex­ceto no caso de ser a pri­meira ex­pe­ri­ên­cia da pes­soa com esse tipo de tra­ba­lho, é di­fí­cil acre­di­tar que al­guém que está en­vol­vido com a di­vul­ga­ção não saiba que co­mu­ni­ca­ção de massa ne­ces­sita de in­ves­ti­men­tos – bons in­ves­ti­men­tos – e que uma cam­pa­nha não fica ba­rata – e, pro­va­vel­mente, nunca ficará.

Quando os ne­gó­cios da em­presa não es­tão ge­rando o re­torno es­pe­rado, uma das pri­mei­ras “idéias” que sur­gem na mente de quem co­manda é fa­zer uma ação pro­mo­ci­o­nal e di­vul­gar seus pro­du­tos e ser­vi­ços com grande in­ten­si­dade. Ape­sar disso, o fato que acaba sendo “es­tra­nho” é que, ge­ral­mente, não é feita uma as­so­ci­a­ção en­tre a in­ten­si­dade de­se­jada para a di­vul­ga­ção e a in­ten­si­dade de in­ves­ti­men­tos que será ne­ces­sá­ria.

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Quem procura, acha!

sexta-feira, 27 de março de 2009 13:45
Jornalismo, Reflexão

O jor­na­lista Da­tena é fa­moso por apre­sen­tar seu pro­grama te­le­vi­sivo apos­tando, ge­ral­mente, num dis­curso ca­rac­te­ri­zado pela re­volta con­tra tudo e to­dos. Sen­sa­ci­o­na­lista, cos­tuma en­fo­car suas no­tí­cias na ex­plo­ra­ção da vi­o­lên­cia ba­nal com o ob­je­tivo de ge­rar co­mo­ção po­pu­lar e, lo­gi­ca­mente, muita audiência.

Per­so­ni­fi­cando uma pos­tura de “ma­chão”, não se cansa de cri­ti­car os cri­mi­no­sos e as in­jus­ti­ças so­ci­ais como se ele pró­prio so­fresse to­das as des­gra­ças que mos­tra na TV. Po­rém, os mé­to­dos que sua equipe uti­liza para di­vul­gar as in­for­ma­ções aca­bam sendo dis­cu­tí­veis, prin­ci­pal­mente levando-se em conta que o ob­je­tivo prin­ci­pal do jor­na­lismo é trans­mi­tir com cla­reza as in­for­ma­ções e, de pre­fe­rên­cia, de forma im­par­cial. As­sim, o pa­pel so­cial que de­ve­ria exer­cer como jor­na­lista, acaba se per­dendo.

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Eu sou o bom!

sexta-feira, 20 de março de 2009 11:13
Etc, Reflexão

Com uma frequên­cia cada vez maior, te­nho no­tado que al­gu­mas pes­soas que acabo co­nhe­cendo no dia a dia, tanto atra­vés do meu tra­ba­lho como em re­la­ções pes­so­ais, têm o pés­simo há­bito de que­rer se va­lo­ri­zar. Essa ati­tude nar­ci­sista, na mai­o­ria dos ca­sos, é be­né­fica ape­nas ao ego do pró­prio in­di­ví­duo – e, mui­tas ve­zes, não é.

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Pé de frango

sexta-feira, 13 de março de 2009 12:17
Reflexão

Em al­guns paí­ses asiá­ti­cos, o pé de frango é con­si­de­rado uma igua­ria. Va­lo­ri­zado, é in­gre­di­ente certo em di­ver­sos pra­tos. Po­rém, aqui no Bra­sil, é um dos cor­tes de aves que os con­su­mi­do­res me­nos se in­te­res­sam. En­tre os fa­to­res que jus­ti­fi­cam o des­prezo pelo pro­duto, es­tão ques­tões cul­tu­rais, gas­tronô­mi­cas e até superstição.

Es­sas ca­rac­te­rís­ti­cas do mer­cado na­ci­o­nal são de­ter­mi­nan­tes para de­fi­nir o seu baixo va­lor de venda. Gra­ças a isso, o termo “pé de frango” aca­bou sendo agre­gado ao vo­ca­bu­lá­rio po­pu­lar – ao me­nos aqui no in­te­rior de São Paulo – como sinô­nimo para coi­sas que tem pouco va­lor ou que não va­lem à pena, sendo usado, in­clu­sive, para de­fi­nir pes­soas. As­sim, não é raro ou­vir al­guém di­zer “pé de frango” para se re­fe­rir so­bre ser­vi­ços mal fei­tos, pro­du­tos de baixa qua­li­dade, pes­soas que não são in­te­res­san­tes, cli­en­tes ruins.

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