Arquivos de Cibercultura

Dando con­ti­nui­dade à aná­lise do li­vro Ci­ber­cul­tura, de Pi­erre Lévy, acre­dito que, para va­lo­ri­zar o tema, é pre­ciso não limitar-​​se ape­nas aos con­cei­tos cri­a­dos por Lévy. As­sim, nos pró­xi­mos tex­tos que pu­bli­ca­rei, tam­bém vou apre­sen­tar al­gu­mas pro­pos­tas de ou­tros pen­sa­do­res e tra­çar paralelos.

Avanço tecnológico colabora para a transformação da leitura

Ape­sar de jul­gar ser esta a me­lhor op­ção de tra­ba­lho, o en­fo­que maior ainda será a apre­sen­ta­ção e o de­bate das ideias do fi­ló­sofo fran­cês. Para ini­ciar, vou co­men­tar so­bre as de­fi­ni­ções que fo­ram pro­pos­tas na in­tro­du­ção e no pri­meiro ca­pí­tulo do li­vro, “As tec­no­lo­gias têm um im­pacto?”.
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Pi­erre Lévy é mes­tre em His­tó­ria da Ci­ên­cia e dou­tor em So­ci­o­lo­gia e Ci­ên­cia da In­for­ma­ção e da Co­mu­ni­ca­ção pela Uni­ver­si­dade de Sor­bonne, da França. É, sem dú­vida, um dos mais res­pei­ta­dos pen­sa­do­res da atu­a­li­dade nas áreas de co­mu­ni­ca­ção, ci­ber­cul­tura e in­te­li­gên­cia coletiva.

Au­tor de vá­rios li­vros, me­rece des­ta­que Ci­ber­cul­tura – tí­tulo que irei co­men­tar em al­guns posts no blog e que, an­te­ci­pa­da­mente, faço o con­vite para o de­bate de ideias com os vi­si­tan­tes por meio dos co­men­tá­rios.
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