Arquivos de Blogs
Dando continuidade à análise do livro Cibercultura, de Pierre Lévy, acredito que, para valorizar o tema, é preciso não limitar-se apenas aos conceitos criados por Lévy. Assim, nos próximos textos que publicarei, também vou apresentar algumas propostas de outros pensadores e traçar paralelos.
Avanço tecnológico colabora para a transformação da leitura
Apesar de julgar ser esta a melhor opção de trabalho, o enfoque maior ainda será a apresentação e o debate das ideias do filósofo francês. Para iniciar, vou comentar sobre as definições que foram propostas na introdução e no primeiro capítulo do livro, “As tecnologias têm um impacto?”.
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Pierre Lévy é mestre em História da Ciência e doutor em Sociologia e Ciência da Informação e da Comunicação pela Universidade de Sorbonne, da França. É, sem dúvida, um dos mais respeitados pensadores da atualidade nas áreas de comunicação, cibercultura e inteligência coletiva.
Autor de vários livros, merece destaque Cibercultura – título que irei comentar em alguns posts no blog e que, antecipadamente, faço o convite para o debate de ideias com os visitantes por meio dos comentários.
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Com o objetivo de conquistar mais acessos e comentários em seus blogs, muitos blogueiros estão adotando uma estratégia comum e, relativamente, simples: realizar promoções com o sorteio de brindes para os visitantes que fizerem comentários no blog ou num determinado post.
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Sei que vou prolongar um pouco mais um assunto que apresentei ontem, mas nos últimos dias comecei a analisar o Twitter – principalmente a maneira como eu o utilizava – e me questionar sobre suas reais qualidades e funcionalidades como mídia social e, também, como ferramenta de comunicação de massa. Logo constatei que esse tipo de reflexão é muito comum e está sendo amplamente discutida na internet.
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Aderi ao Twitter há algum tempo e escrevo lá com certa freqüência. Pelo que notei – e noto –, não faço nada muito diferente do que muita gente que está “twittando”. E, sinceramente, cansei dessas inutilidades.
O Twitter não pode carregar a culpa pela minha pobre experiência com a ferramenta. Eu imagino que não estou fazendo o uso da maneira mais adequada, apenas utilizando-o como um bloco para pequenas anotações de pensamentos vagos. Porém, hoje, decidi mudar a minha postura e pretendo interagir com as pessoas que “me seguem” e, também, com as que eu acho que estou seguindo. A partir de agora, o Twitter, para mim, deve deixar de ser uma ferramenta de comunicação unilateral. Chega de escrever mensagens que não são do interesse de ninguém, além de mim mesmo.



Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



