Arquivos de Atitude

Atitude positiva

quinta-feira, 26 de março de 2009 12:58 Comentar Etc, Reflexão

Ao sur­gir um pro­blema na vida, a mai­o­ria das pes­soas as­sume uma ati­tude ne­ga­tiva, não acre­di­tando em sua ca­pa­ci­dade de su­pe­rar as di­fi­cul­da­des. Com ar de po­eta me­lan­có­lico e fra­cas­sado, o in­di­ví­duo acaba en­tre­gando suas for­ças sem lu­tar, acei­tando a der­rota como a op­ção única.

Mui­tas ve­zes, o que noto é que pa­rece ser mais sim­ples para as pes­soas ten­de­rem para o “lado ne­gro”, res­mun­gando pela má sorte, deixando-​​se cor­roer pelo pes­si­mismo, pela des­con­fi­ança, do que acei­tar o de­sa­fio das pe­dras que sur­gem no ca­mi­nho e ca­mi­nhar sem medo de ten­tar superá-​​las. Quando al­guém adota uma pos­tura onde deixa a sua alma aberta aos sen­ti­men­tos ne­ga­ti­vos e não busca ou acre­dita em sen­ti­men­tos po­si­ti­vos, es­tará fe­chando as por­tas para as opor­tu­ni­da­des de al­can­çar a fe­li­ci­dade.
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Praga de urubu magro

terça-feira, 24 de março de 2009 13:41 1 comentário Reflexão

Em al­gu­mas pas­sa­gens da mi­nha car­reira, tive a ex­pe­ri­ên­cia – pés­sima – de co­nhe­cer pes­soas – em­pre­sá­rios, di­re­to­res, pa­trões, ou como qui­ser cha­mar – que, por suas em­pre­sas não os­ten­ta­rem po­si­ções des­ta­ca­das no mer­cado ou por sua pes­soa não ter cre­di­bi­li­dade junto à so­ci­e­dade, de­mons­tra­vam – e de­mons­tram – pro­funda in­veja de seus concorrentes.

Esse tipo de gente – ou gen­ta­lha –, ge­ral­mente, ali­menta o seu ódio atra­vés de sua falta de ca­pa­ci­dade e qua­li­fi­ca­ção pro­fis­si­o­nal ou de sua falta de ca­rá­ter e per­so­na­li­dade – quando não, am­bos. Por não te­rem co­ra­gem – e com­pe­tên­cia – para lu­tar limpo e en­fren­tar o de­sa­fio em busca do su­cesso, mui­tos aca­bam uti­li­zando ar­ti­fí­cios su­jos para ten­tar pre­ju­di­car ou­tras pes­soas que pos­sam es­tar “atra­pa­lhando” o seu ca­mi­nho.
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“Otimização” do tempo

quarta-feira, 18 de março de 2009 13:31 1 comentário Etc, Reflexão

otimização
o.ti.mi.za.ção
sf (otimizar+ção) 1 Estat Processo pelo qual se determina o valor ótimo de uma grandeza. 2 por ext Ato ou efeito de otimizar, acepção 2.
Dicionário Michaelis (Versão on-line)

Hoje, mais uma vez, me pe­guei fa­zendo o ho­rá­rio de al­moço em me­nos de 10 mi­nu­tos. Comi pouco, mas esse fa­tor não jus­ti­fica o tempo es­casso que de­di­quei à re­fei­ção. Já ha­via feito o que es­tava agen­dado – de­vi­da­mente agen­dado – para o pe­ríodo da ma­nhã. Ainda houve tempo para aten­der um cli­ente que apa­re­ceu de sur­presa e pre­ci­sava de uns backups.

Nesse mo­mento, o meu único com­pro­misso an­tes de ir ao tra­ba­lho é es­cre­ver um texto para o blog. São 12h07 e te­nho pra­ti­ca­mente uma hora para fi­na­li­zar esse post. O tema que ha­via pen­sado em abor­dar hoje não se­ria este. Po­rém, logo que me vi cor­rendo, com pressa, sem uma ne­ces­si­dade apa­rente, me per­gun­tei: Por­que es­tou fa­zendo isso?
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Cada um no seu quadrado

sábado, 7 de março de 2009 12:15 Comentar Reflexão

Mui­tas pes­soas têm o de­feito de acre­di­tar que o seu um­bigo é o cen­tro do uni­verso. Com pou­cas ex­ce­ções, o in­di­ví­duo que adota essa pos­tura, fre­quen­te­mente, age de forma pre­con­cei­tu­osa em re­la­ção a tudo o que não se­gue a sua ló­gica de pen­sa­mento, não se en­qua­dra nos seus va­lo­res – pes­so­ais, pro­fis­si­o­nais, mo­rais –, não ocorre no seu co­ti­di­ano, ou, pior ainda, não faz parte do seu re­per­tó­rio e ex­pe­ri­ên­cia. As­sim, es­ses fa­to­res, na mai­o­ria dos ca­sos, li­mi­tam esse in­di­ví­duo a ela­bo­rar um jul­ga­mento in­te­li­gente, uma vez que, nor­mal­mente, não dis­põe de co­nhe­ci­men­tos e re­cur­sos para fa­zer ava­li­a­ções co­e­ren­tes e al­can­çar con­clu­sões sensatas.

Pode até pa­re­cer um exa­gero, mas basta ob­ser­var um pouco as pes­soas – e, prin­ci­pal­mente, nós mes­mos – para no­tar que no dia-​​a-​​dia ocor­rem inú­me­ras si­tu­a­ções em que nos de­pa­ra­mos com gente – ou so­mos o pró­prio su­jeito – que age “como se ti­vesse o rei na bar­riga” ou acha que a ver­dade su­prema do mundo está toda den­tro de sua ca­beça. O que esse in­di­ví­duo acre­dita – e de­fende – é “lei”, está certo. O que as ou­tras pes­soas pen­sam e que con­tra­di­zem a sua opi­nião é “crime”, está er­rado.
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Um passo na direção certa

quinta-feira, 5 de março de 2009 08:44 Comentar Etc

Ainda não de­sisti da Mega-​​Sena. Como mui­tos bra­si­lei­ros, ali­mento a es­pe­rança de um dia ga­nhar o prê­mio, mesmo sa­bendo que é algo quase im­pos­sí­vel de acon­te­cer. Po­rém, te­nho cons­ci­ên­cia de que isso é ape­nas um so­nho que não de­pende da mi­nha von­tade, mas so­mente da sorte.

Ar­qui­te­tar so­nhos é uma ca­rac­te­rís­tica inata do ser hu­mano. E to­dos sa­bem que so­nhos es­qui­si­tos ou com “coi­sas” im­pos­sí­veis – que es­tão fora de nosso con­trole – são tão co­muns como enganar-​​se acre­di­tando que um dia pos­sam de fato acon­te­cer. É nessa con­di­ção de en­ga­nar a si pró­prio que o in­di­ví­duo ali­menta um grande pro­blema: mui­tas ve­zes, ele es­pera pela con­cre­ti­za­ção de so­nhos mi­la­gro­sos e não toma as ati­tu­des para que as mu­dan­ças re­ais acon­te­çam em sua vida, con­forme sua von­tade, suas opor­tu­ni­da­des e suas com­pe­tên­cias.
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