Arquivos de Atitude
No livro Bem-vindo à vida, o autor Eduardo Aquino conta a história do Dr Rodrigo Baxkim, um psiquiatra que sempre discordou da postura fria de colegas de profissão, buscando criar relações verdadeiras com seus pacientes, ajudando-os a enxergar os valores da vida e a entender a morte como algo natural.
No auge de sua carreira, o médico fica sabendo que está com uma doença grave e que lhe resta pouco tempo de vida. Nesta situação crítica, o personagem desenvolve a história com reflexões profundas sobre as relações humanas e as energias que regem a vida.
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Todos aqueles que trabalham com negociações sabem – ou um dia vão saber, se tiverem sorte ou forem espertos – que evitar dizer “não”, em muitos casos, acaba sendo um péssimo negócio. Os motivos para negar são inúmeros. Poderia postar no blog, pelo menos, mais uma dúzia de textos relacionados a este tema. Porém, vou citar apenas duas situações comuns – uma que prejudica o cliente e outra o prestador de serviços.
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Nos últimos dias tenho enfrentado um sério problema com a escassez de tempo. Além das atividades profissionais que desenvolvo, também colaboro como voluntário para duas entidades. Por isso, o tempo livre que me resta para fazer minhas atividades pessoais é muito valioso – muito mesmo.
Porém, com os poucos minutos que me sobram a cada dia, acabou sendo difícil encontrar uma “janela” para escrever no blog, algo que faço com muito prazer, graças à satisfação que sinto de poder expressar e registrar os meus pensamentos, e pela valiosa oportunidade de compartilhamento de conhecimentos, idéias e opiniões que esta ferramenta possibilita.
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Sempre critiquei essa postura de “queimar dinheiro” em campanhas de comunicação. Essa declaração pode até parecer um devaneio meu, afinal de contas, quem é louco o bastante para jogar dinheiro fora?
Porém, não é preciso fazer muito esforço para notar que isso acontece nas empresas e agências com mais frequência do que se imagina. A discussão sobre esse assunto não é recente. Há alguns anos, durante uma reunião numa agência, usei o termo “panfretagem” – com a letra “r” mesmo – para citar essa nociva característica do mercado publicitário de desperdiçar a verba dos clientes em ações equivocadas – para não dizer burras.
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É engraçada – e muitas vezes suspeita – a reação de espanto de alguns empresários ou dirigentes ao se deparar com orçamentos de campanhas que envolvem comunicação de massa. Exceto no caso de ser a primeira experiência da pessoa com esse tipo de trabalho, é difícil acreditar que alguém que está envolvido com a divulgação não saiba que comunicação de massa necessita de investimentos – bons investimentos – e que uma campanha não fica barata – e, provavelmente, nunca ficará.
Quando os negócios da empresa não estão gerando o retorno esperado, uma das primeiras “idéias” que surgem na mente de quem comanda é fazer uma ação promocional e divulgar seus produtos e serviços com grande intensidade. Apesar disso, o fato que acaba sendo “estranho” é que, geralmente, não é feita uma associação entre a intensidade desejada para a divulgação e a intensidade de investimentos que será necessária.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



