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Pensando bem o marketing

Publicado por Bruno Gonçalves em 8 de setembro de 2009 @ 13:44
Tema(s): Marketing


Co­nhe­cendo os ca­sos de su­cesso da­que­les que apos­ta­ram em in­ves­tir no pla­ne­ja­mento de mar­ke­ting e que agora des­fru­tam das van­ta­gens con­quis­ta­das, as em­pre­sas têm bus­cado, cada vez mais, im­plan­tar ser­vi­ços to­mando como base os con­cei­tos do mar­ke­ting den­tro de sua es­tru­tura. Es­tu­dar e de­fi­nir uma es­tra­té­gia in­te­li­gente pode ser o di­fe­ren­cial im­por­tante para aque­les que de­se­jam con­quis­tar des­ta­que no mercado.

O ce­ná­rio atual, onde as em­pre­sas es­tão re­cep­ti­vas ao mar­ke­ting, cria opor­tu­ni­da­des para pro­fis­si­o­nais qua­li­fi­ca­dos e tam­bém para os opor­tu­nis­tas. Por isso os ges­to­res de­vem es­tar muito aten­tos para não abri­rem as por­tas da em­presa para pes­soas que não te­nham co­nhe­ci­men­tos su­fi­ci­en­tes ou, até mesmo, pos­sam ter in­ten­ções ruins. As­sim, como há vá­rios ca­sos de su­cesso, há tam­bém mui­tos ou­tros de fra­cas­sos. A der­rota pode sig­ni­fi­car ape­nas a perda de al­gu­mas po­si­ções no ran­king em re­la­ção à con­cor­rên­cia mas, em ca­sos mais drás­ti­cos, gera si­tu­a­ções crí­ti­cas, com em­pre­sas “quei­mando” sua marca e, até mesmo, fe­chando as portas.

A vul­ga­ri­za­ção do em­prego da pa­la­vra mar­ke­ting é uma ques­tão ver­go­nhosa. Atu­al­mente, qual­quer tipo de ser­viço ba­nal está sendo cha­mado de mar­ke­ting. Che­ga­mos ao cú­mulo de en­con­trar anún­cios em jor­nais com ofer­tas de em­pre­gos na área de mar­ke­ting exi­gindo que os can­di­da­tos te­nham ex­pe­ri­ên­cia em en­ve­lo­par car­tas. A ali­ança en­tre os opor­tu­nis­tas e a uti­li­za­ção equi­vo­cada da pa­la­vra mar­ke­ting as­so­ci­ada a al­gum tipo de ser­viço de baixo grau de im­por­tân­cia está se tor­nando uma “praga” co­mum. Essa si­tu­a­ção já pre­ju­di­cou – e con­ti­nua pre­ju­di­cando – mui­tas em­pre­sas que fi­ze­ram a es­co­lha er­rada, so­frendo ex­pe­ri­ên­cias negativas.

As­sim, como não há me­ca­nis­mos para blo­quear a pro­li­fe­ra­ção dessa “do­ença”, como uma as­so­ci­a­ção de pro­fis­si­o­nais com­pro­me­tida em qua­li­fi­car e fis­ca­li­zar o mer­cado, en­quanto não hou­ver uma ou­tra so­lu­ção, a me­lhor saída é es­tar atento e ava­liar bem o pro­fis­si­o­nal ou em­presa que ofe­rece ser­vi­ços de mar­ke­ting, pro­cu­rando re­fe­rên­cias com ou­tras pes­soas, bus­cando co­nhe­cer sua his­tó­ria e cur­rí­culo, e, prin­ci­pal­mente, os cli­en­tes que já fo­ram aten­di­dos, evi­tando pro­ble­mas que po­dem ser irreparáveis.

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