Arquivos de junho de 2009
Nos últimos dias estou sentido a pressão do relógio. O tempo está cada vez mais escasso, tanto para o trabalho como para o ócio. E é no tempo de “ócio” que me dedico para estudar e escrever os textos do blog.
Sei que preciso, mais uma vez, ponderar algumas coisas na minha vida profissional e pessoal. Devo organizar o que é importante e descartar o que é fútil – “Faça primeiro as primeiras coisas”. Porém, neste momento, como não estou conseguindo escrever com a frequência que eu gostaria, vou utilizar o espaço do Twitter para expressar meus pensamentos de forma sintética, afinal, são 140 caracteres no máximo.
Para aqueles que utilizam – ou não – o Twitter, segue o link para me acompanhar: www.twitter.com/brunogoncalves
A discussão sobre o futuro dos veículos de comunicação impressos – jornais e revistas – está se intensificando a cada dia na blogsfera. Já escrevi sobre esse tema aqui no blog – “Velha mídia, velha” – e, nas últimas semanas, alguns autores de blogs que costumo ler também se manifestaram, como o Carlos Cardoso, do Contraditorium – “Donos de jornais, alegrem-se, a Crise Acabou!” –, e o Ricardo Cavallini, do Coxa Crème – “Conversa fiada” e “Com quantos toques se faz uma revista”.
O que se nota é que ocorre uma convergência de opiniões diante dos resultados mercadológicos que são apresentados pelos grandes veículos e pelas mudanças de comportamento que foram proporcionadas pela internet, pela blogsfera, pelas mídias sociais, pela tecnologia.
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Hoje cedo acessei o site da Folha de São Paulo para ler as notícias e, consequentemente, olhei a capa do dia. Porém, até o final da tarde, não havia visto a capa do Estadão. Veja estas “pequenas” coincidências:

Capas das edições do dia 3 de junho de 2009 do Estadão e da Folha
Como diria o saudoso Januário de Oliveira: “Sinistro, muito sinistro!”
PS: No momento em que estava escrevendo este texto o site do Estadão ainda apresentava a capa original, conforme consta – ou constava – no arquivo do Newseum. Mas, acredito que por algum motivo “extraordinário”, a capa do Estadão que está no site neste momento não é a mesma capa da edição impressa dia 3 de junho de 2009. Será que “alguém” de lá pensou que ninguém ia notar essas sutis coincidências? Ou será que o Estado de São Paulo publicou duas capas diferentes da mesma edição?




















