Arquivos de abril de 2009
Há alguns dias, durante uma reunião em que eu estava participando, uma pessoa disse que “se o povo conhecesse seus direitos e quisesse exigir dos governantes uma postura de trabalho séria, com o compromisso moral de cumprir as promessas que fizeram durante as campanhas, esse país, provavelmente, estaria enfrentando uma luta armada”.
Os escândalos que ocorrem seguidamente, não só em Brasília, mas em todo o país, me levam a acreditar que o pensamento deste amigo não é muito exagerado. Aliás, exagerada é a corrupção que domina o Brasil e a impunidade que alimenta esse processo de degradação. Não vou citar casos específicos aqui. Até porque esse trabalho demandaria muitíssimo tempo – e, também, muita dor de cabeça e raiva.
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Após a repercussão na Tuitosfera da troca de farpas entre Marcelo Tas – @marcelotas –, apresentador do CQC, e Diego Mainardi – @diogomainardi –, colunista da Veja, a poeira, aparentemente, baixou. Porém, tiro algumas conclusões pessoais sobre esse episódio.
Primeiro, o texto de Diogo Mainardi publicado na Veja, apresenta, nada mais, do que sua visão superficial sobre a rede social Twitter e sobre as mudanças sociais que ocorreram entre os séculos 20 e 21 graças aos avanços tecnológicos e a expansão da Internet.
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Ano a ano, mídias tradicionais – como jornais e revistas – têm perdido leitores e verbas publicitárias para a Internet e para mídias alternativas. Esse não é um fato recente, mas que vem a tona novamente após a divulgação de um balanço do primeiro trimestre de 2009 do grupo New York Times Co, que incluem os resultados do Boston Globe e outros jornais.
Para se ter uma idéia do “buraco”, mesmo com uma redução de 9,5% dos custos, a empresa teve uma perda líquida de US$ 74,5 milhões, que foi alavancada, em boa parte, pela queda de 30% da receita com publicidade. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, a perda de rendimentos totais foi de 18,6%, caindo de US$ 747,9 milhões para US$ 609 milhões.
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Hoje, as pessoas não acreditam em contos de fadas. Você lembra-se daquelas histórias que ouvíamos quando éramos crianças? Histórias que eram repletas de fantasia, com enredo que sempre apresentava o duelo entre o bem e o mal. Você lembra que, no fim, o bem sempre triunfava?
Pois bem, – como diria minha avó –, essas histórias existem, basta apenas acreditar. Porém, na vida “real”, não há uma bela princesa, nem uma bruxa malvada. Na verdade, esses personagens fictícios foram criados por pessoas sábias para que possamos seguir como modelo e, no momento certo, sabermos distinguir quem é a princesa e quem é a bruxa.
Adoro o CQC – Custe O Que Custar – e o humor inteligente “orquestrado” pelo Marcelo Tas. Graças à baixíssima qualidade do conteúdo apresentado na televisão brasileira, esse é um dos poucos programas que assisto.
Sem dúvidas, um fator para o sucesso do programa CQC é o seu conteúdo que mescla humor e crítica adotando uma abordagem diferenciada, o que torna as entrevistas e quadros fixos muito interessantes.
Entre os quadros, destaco o Proteste Já, que sempre traz uma reportagem gerada a partir de uma denúncia, geralmente, mostrando o pouco caso das autoridades em relação aos problemas sociais, e o Top Five, que apresenta cinco falhas grotescas ou situações inusitadas na TV.
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A palavra fotografia significa “escrever – desenhar – com a luz”. Essa técnica, que tem pouco mais de um século e meio de existência, tem sido responsável, desde que surgiu, por modificar profundamente a maneira como as pessoas tomam conhecimento e interagem com o mundo.
Antes da fotografia, havia uma grande dificuldade para que uma cena ou a imagem de uma pessoa fosse reproduzida no papel e “memorizada”, sendo necessário o trabalho de um artista que dominasse a técnica da pintura ou da ilustração. Já hoje, com a popularização dos equipamentos fotográficos – principalmente os digitais – e o apoio da informática, a fotografia tem sido um recurso constantemente presente em nossas vidas. As fotos das pessoas que amamos, de nossos amigos, das ocasiões importantes de nossa vida, de viagens, e até dos nossos animais de estimação, são marcantes e extremamente importantes para nos fazer reviver momentos felizes de nossas vidas. Além disso, é também através da fotografia que conhecemos muitos lugares e pessoas sem nunca termos tido contato com eles. Descobrimos e vivemos um mundo novo que nos é apresentado através do papel – ou de uma tela de computador.
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Se você julga as pessoas,
você não tem tempo para amá-las.
Madre Theresa




















