Hoje, a partir das 20h30, acontecerá a “Hora do planeta”, ação promovida pela WWF em protesto ao aquecimento global, fruto, principalmente, da degradação da natureza promovida pelos homens. Um dos objetivos do movimento é conquistar um grande número de simpatizantes para “apoiar” a causa. Por esse e outros motivos, o assunto está em grande evidência nos últimos dias, sendo amplamente divulgado e discutido nos meios de comunicação, com destaque para a internet e a blogsfera.
Comercial da campanha da Hora do Planeta
Apesar da importância do tema, a campanha não traz grandes novidades. Como ato simbólico, tem seu “efeito moral” momentâneo. Mas, para muitos, serve apenas para provar, para nós mesmos, que a dedicação da humanidade em preservar o mundo é bem menor do que realmente deveria ser. Limitar-se a apagar uma luz por um pequeno período de tempo não mudará o planeta para melhor. Porém, para algumas pessoas, o ato servirá como um pretexto para que elas possam dizer “fiz minha parte”.
Por outro lado, a mobilização pode mostrar para os governantes e para as grandes empresas poluidoras – principalmente as indústrias – que as pessoas estão muito preocupadas com as conseqüências do aquecimento global e, de alguma forma, desejam que a realidade seja mudada.
Agora, basta esperar a hora chegar e ver o que realmente acontecerá daqui para frente. Será que a consciência – das pessoas, das empresas e dos governos – vai mudar e a preservação do planeta irá receber a devida importância, ou a ação servirá apenas como foco dos “holofotes” da imprensa, “iluminando” por poucos instantes a mente das pessoas e, depois, como já ocorreu em outras oportunidades, irá se apagar rapidamente como um acontecimento de pouco valor?
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1 comentário em:
Hora do planeta
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Briga de cachorro grande
“Otimização” do tempo
Depoimento de Robert Happé
Trabalhar com amor
Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.




Brunão, seguinte:
Acredito que estamos chegando lá (bem no fundo)…rs. Esses dias parei para pensar, primeiramente, não sei se a humanidade está disposta a não consumir algumas praticidades, como por exemplo “água mineral engarrafada ou parar de trocar celular de mês em mês”, minha geladeira está cheia de garrafas de plástico para conservar água gelada. Aqui em casa a gente faz isso para não jogar a garrafa em qualquer lugar e aproveitar o prazer da água geladinha enquanto temos. Sinceramente eu acho pouco e o pior é que a maioria nem isso faz.
Pouco tempo atrás vi uma reportagem assustadora, o meio do oceano está servindo de lixão, mais de dois estados de São Paulo constituído de garrafas e sacolas plásticas entre outros “ouros” da civilização contemporânea. No Brasil não param de desmatar, e o pior, se os nativos daquela área não fizerem, acabam morrendo de fome (fora os legalzão donos de madeireira que compram produto ilegal). Mas aqui ainda dá-se desconto pela falta de instrução e comunicação. Agora o pior acontece em paises chamados desenvolvidos como a Dinamarca, pura chacina de baleias e golfinhos.
Sinceramente, acredito que não estamos nem ai pra coisa, está todo mundo muito preguiçoso, devagar, descomprometido, fingimos que não é com a gente.
Dias atrás fiz uma música, me deparei com nossa realidade, como introduzir isso nas rádios com tanta falta de conteúdo que se ve por ai. Me senti numa utopia, mas acredito que consegui, através de metáforas, analogias e mais alguns recursos passar o recado.
Estou fazendo isso, usando do “jeitinho” para contribuir.
Deixarei um trecho da música logo abaixo, acredito ser o trecho mais direto.
“Assim me sinto um alquimista
Vida eterna a procurar
Santo remédio pra curar os males
E numa pedra filosofar
Pois eu só quero é que me respeite
Que entenda isso de uma vez
Se não se ver como ferro ou ouro os homens deixarão de ser…
…rasgue o seu R.G
Valeu Brou!