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Praga de urubu magro

Publicado por Bruno Gonçalves em 24 de março de 2009 @ 13:41
Tema(s): Reflexão


Em al­gu­mas pas­sa­gens da mi­nha car­reira, tive a ex­pe­ri­ên­cia – pés­sima – de co­nhe­cer pes­soas – em­pre­sá­rios, di­re­to­res, pa­trões, ou como qui­ser cha­mar – que, por suas em­pre­sas não os­ten­ta­rem po­si­ções des­ta­ca­das no mer­cado ou por sua pes­soa não ter cre­di­bi­li­dade junto à so­ci­e­dade, de­mons­tra­vam – e de­mons­tram – pro­funda in­veja de seus concorrentes.

Esse tipo de gente – ou gen­ta­lha –, ge­ral­mente, ali­menta o seu ódio atra­vés de sua falta de ca­pa­ci­dade e qua­li­fi­ca­ção pro­fis­si­o­nal ou de sua falta de ca­rá­ter e per­so­na­li­dade – quando não, am­bos. Por não te­rem co­ra­gem – e com­pe­tên­cia – para lu­tar limpo e en­fren­tar o de­sa­fio em busca do su­cesso, mui­tos aca­bam uti­li­zando ar­ti­fí­cios su­jos para ten­tar pre­ju­di­car ou­tras pes­soas que pos­sam es­tar “atra­pa­lhando” o seu caminho.

Tra­ba­lhar ou con­vi­ver como es­sas pes­soas, cer­ta­mente, não pro­por­ci­ona ne­nhum be­ne­fí­cio. Na ver­dade, nor­mal­mente, gera até pre­juí­zos; ao me­nos do tempo que foi des­per­di­çado. Além disso, é muito frus­trante dis­por de seus co­nhe­ci­men­tos em be­ne­fí­cio de uma em­presa que não adota uma pos­tura sé­ria, que não é trans­pa­rente com seus fun­ci­o­ná­rios, ou que não tem com­pro­misso com prá­ti­cas le­ais de concorrência.

As­sim, para os pro­fis­si­o­nais que bus­cam o re­co­nhe­ci­mento por seu tra­ba­lho, sem dú­vi­das, a me­lhor ati­tude a to­mar é se afas­tar desse mundo obs­curo e apren­der que, para con­quis­tar qual­quer ob­je­tivo na vida, é pre­ciso ser ho­nesto e fa­zer sem­pre o me­lhor possível.

Tra­ba­lhando cor­re­ta­mente não ha­verá mo­ti­vos para te­mer a in­veja alheia. O in­di­ví­duo in­ve­joso, por si, sem­pre será um der­ro­tado. E, como diz o di­tado, praga de urubu ma­gro não mata ca­valo gordo.

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Comentário(s) para "Praga de urubu magro"

#1 - Comentário de Marta Ca­puto em 28 de março de 2009 @ 14:34

Fala, Bruno! Quanto tempo! Obri­gada por me add. Seu blog tá prá lá de sim­pá­tico e, esse post, em es­pe­cial, ca­rac­te­riza um “tipo” que, creio eu, pu­bli­ci­tá­rio co­nhece bem, não é? Mas, dei­xando o urubu ma­gro prá lá, por­que não pre­ci­sa­mos dele para ab­so­lu­ta­mente nada, qual­quer hora gos­ta­ria de pa­pear con­tigo so­bre o Fo­rum Em­pre­sa­rial de Res­pon­sa­bi­li­dade So­cial que es­ta­mos ar­ti­cu­lando, já que aqui na MCPP es­ta­mos bus­cando, cada dia mais, im­pri­mir a marca da res­pon­sa­bi­li­dade so­cial em nossa atu­a­ção.
Grande abraço. Fi­quei fe­liz por pas­sar por aqui :)
Marta Caputo


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