Praga de urubu magro

terça-feira, 24 de março de 2009 13:41 Reflexão

Em al­gu­mas pas­sa­gens da mi­nha car­rei­ra, ti­ve a ex­pe­ri­ên­cia – pés­si­ma – de co­nhe­cer pes­so­as – em­pre­sá­ri­os, di­re­to­res, pa­trões, ou co­mo qui­ser cha­mar – que, por su­as em­pre­sas não os­ten­ta­rem po­si­ções des­ta­ca­das no mer­ca­do ou por sua pes­soa não ter cre­di­bi­li­da­de jun­to à so­ci­e­da­de, de­mons­tra­vam – e de­mons­tram – pro­fun­da in­ve­ja de seus concorrentes.

Es­se ti­po de gen­te – ou gen­ta­lha –, ge­ral­men­te, ali­men­ta o seu ódio atra­vés de sua fal­ta de ca­pa­ci­da­de e qua­li­fi­ca­ção pro­fis­si­o­nal ou de sua fal­ta de ca­rá­ter e per­so­na­li­da­de – quan­do não, am­bos. Por não te­rem co­ra­gem – e com­pe­tên­cia – pa­ra lu­tar lim­po e en­fren­tar o de­sa­fio em bus­ca do su­ces­so, mui­tos aca­bam uti­li­zan­do ar­ti­fí­ci­os su­jos pa­ra ten­tar pre­ju­di­car ou­tras pes­so­as que pos­sam es­tar “atra­pa­lhan­do” o seu caminho.

Tra­ba­lhar ou con­vi­ver co­mo es­sas pes­so­as, cer­ta­men­te, não pro­por­ci­o­na ne­nhum be­ne­fí­cio. Na ver­da­de, nor­mal­men­te, ge­ra até pre­juí­zos; ao me­nos do tem­po que foi des­per­di­ça­do. Além dis­so, é mui­to frus­tran­te dis­por de seus co­nhe­ci­men­tos em be­ne­fí­cio de uma em­pre­sa que não ado­ta uma pos­tu­ra sé­ria, que não é trans­pa­ren­te com seus fun­ci­o­ná­ri­os, ou que não tem com­pro­mis­so com prá­ti­cas le­ais de concorrência.

As­sim, pa­ra os pro­fis­si­o­nais que bus­cam o re­co­nhe­ci­men­to por seu tra­ba­lho, sem dú­vi­das, a me­lhor ati­tu­de a to­mar é se afas­tar des­se mun­do obs­cu­ro e apren­der que, pa­ra con­quis­tar qual­quer ob­je­ti­vo na vi­da, é pre­ci­so ser ho­nes­to e fa­zer sem­pre o me­lhor possível.

Tra­ba­lhan­do cor­re­ta­men­te não ha­ve­rá mo­ti­vos pa­ra te­mer a in­ve­ja alheia. O in­di­ví­duo in­ve­jo­so, por si, sem­pre se­rá um der­ro­ta­do. E, co­mo diz o di­ta­do, pra­ga de uru­bu ma­gro não ma­ta ca­va­lo gor­do.

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