Com uma frequência cada vez maior, tenho notado que algumas pessoas que acabo conhecendo no dia a dia, tanto através do meu trabalho como em relações pessoais, têm o péssimo hábito de querer se valorizar. Essa atitude narcisista, na maioria dos casos, é benéfica apenas ao ego do próprio indivíduo – e, muitas vezes, não é.
Geralmente, quando alguém expõe com muita intensidade as suas qualidades, demonstra certa insegurança em relação a sua competência, o que acaba gerando desconfiança nas pessoas. Além disso, essa característica de se autovalorizar é considerada por muitos como uma postura deselegante. Assim, aqueles indivíduos que agem dessa forma podem acabar rotulados como chatos ou inconvenientes – além de outras coisas piores.
Adotar o discurso “eu sou o bom” é tão desprezível como realmente ser uma pessoa desprezível por não ter alguma qualidade interessante. Aqueles que acreditam que todos vão ficar boquiabertos pelas vantagens contadas em alguma rodinha de “amigos”, um evento qualquer – normalmente os insignificantes –, numa reunião de trabalho, expõem uma personalidade medíocre. Dessa forma, qualquer qualidade que for apresentada por um “super-homem”, por mais que tenha grandes méritos e valores, poderá ser encarada como um ponto negativo, criando antipatia e desinteresse para qualquer diálogo.
Por fim, como diz o povo, quem fala demais nem sempre diz a verdade.
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2 comentários em:
Eu sou o bom!
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.




Não sei porque, ou talvez saiba ? Esse post me lembrou alguns blogueiros que se acham o máximo. Mede-se a importância de certos blogueiros pelo número de puxa-sacos que ele têm.
Lembrei de vários colegas antigos de faculdade lendo o texto
Ah.. de blogueiros também