Arquivos de março de 2009
É engraçada – e muitas vezes suspeita – a reação de espanto de alguns empresários ou dirigentes ao se deparar com orçamentos de campanhas que envolvem comunicação de massa. Exceto no caso de ser a primeira experiência da pessoa com esse tipo de trabalho, é difícil acreditar que alguém que está envolvido com a divulgação não saiba que comunicação de massa necessita de investimentos – bons investimentos – e que uma campanha não fica barata – e, provavelmente, nunca ficará.
Quando os negócios da empresa não estão gerando o retorno esperado, uma das primeiras “idéias” que surgem na mente de quem comanda é fazer uma ação promocional e divulgar seus produtos e serviços com grande intensidade. Apesar disso, o fato que acaba sendo “estranho” é que, geralmente, não é feita uma associação entre a intensidade desejada para a divulgação e a intensidade de investimentos que será necessária.
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Hoje, a partir das 20h30, acontecerá a “Hora do planeta”, ação promovida pela WWF em protesto ao aquecimento global, fruto, principalmente, da degradação da natureza promovida pelos homens. Um dos objetivos do movimento é conquistar um grande número de simpatizantes para “apoiar” a causa. Por esse e outros motivos, o assunto está em grande evidência nos últimos dias, sendo amplamente divulgado e discutido nos meios de comunicação, com destaque para a internet e a blogsfera.
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O jornalista Datena é famoso por apresentar seu programa televisivo apostando, geralmente, num discurso caracterizado pela revolta contra tudo e todos. Sensacionalista, costuma enfocar suas notícias na exploração da violência banal com o objetivo de gerar comoção popular e, logicamente, muita audiência.
Personificando uma postura de “machão”, não se cansa de criticar os criminosos e as injustiças sociais como se ele próprio sofresse todas as desgraças que mostra na TV. Porém, os métodos que sua equipe utiliza para divulgar as informações acabam sendo discutíveis, principalmente levando-se em conta que o objetivo principal do jornalismo é transmitir com clareza as informações e, de preferência, de forma imparcial. Assim, o papel social que deveria exercer como jornalista, acaba se perdendo.
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Ao surgir um problema na vida, a maioria das pessoas assume uma atitude negativa, não acreditando em sua capacidade de superar as dificuldades. Com ar de poeta melancólico e fracassado, o indivíduo acaba entregando suas forças sem lutar, aceitando a derrota como a opção única.
Muitas vezes, o que noto é que parece ser mais simples para as pessoas tenderem para o “lado negro”, resmungando pela má sorte, deixando-se corroer pelo pessimismo, pela desconfiança, do que aceitar o desafio das pedras que surgem no caminho e caminhar sem medo de tentar superá-las. Quando alguém adota uma postura onde deixa a sua alma aberta aos sentimentos negativos e não busca ou acredita em sentimentos positivos, estará fechando as portas para as oportunidades de alcançar a felicidade.
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Em algumas passagens da minha carreira, tive a experiência – péssima – de conhecer pessoas – empresários, diretores, patrões, ou como quiser chamar – que, por suas empresas não ostentarem posições destacadas no mercado ou por sua pessoa não ter credibilidade junto à sociedade, demonstravam – e demonstram – profunda inveja de seus concorrentes.
Esse tipo de gente – ou gentalha –, geralmente, alimenta o seu ódio através de sua falta de capacidade e qualificação profissional ou de sua falta de caráter e personalidade – quando não, ambos. Por não terem coragem – e competência – para lutar limpo e enfrentar o desafio em busca do sucesso, muitos acabam utilizando artifícios sujos para tentar prejudicar outras pessoas que possam estar “atrapalhando” o seu caminho.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



