Arquivos de fevereiro de 2009
Sei que vou prolongar um pouco mais um assunto que apresentei ontem, mas nos últimos dias comecei a analisar o Twitter – principalmente a maneira como eu o utilizava – e me questionar sobre suas reais qualidades e funcionalidades como mídia social e, também, como ferramenta de comunicação de massa. Logo constatei que esse tipo de reflexão é muito comum e está sendo amplamente discutida na internet.
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Aderi ao Twitter há algum tempo e escrevo lá com certa freqüência. Pelo que notei – e noto –, não faço nada muito diferente do que muita gente que está “twittando”. E, sinceramente, cansei dessas inutilidades.
O Twitter não pode carregar a culpa pela minha pobre experiência com a ferramenta. Eu imagino que não estou fazendo o uso da maneira mais adequada, apenas utilizando-o como um bloco para pequenas anotações de pensamentos vagos. Porém, hoje, decidi mudar a minha postura e pretendo interagir com as pessoas que “me seguem” e, também, com as que eu acho que estou seguindo. A partir de agora, o Twitter, para mim, deve deixar de ser uma ferramenta de comunicação unilateral. Chega de escrever mensagens que não são do interesse de ninguém, além de mim mesmo.
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O Carnaval já acabou. Porém, para aqueles que não gostam de Carnaval, os dias da “festança” se transformam em oportunidade para viajar, relaxar e aproveitar para fazer outras atividades que acabam deixadas de lado na correria do dia-a-dia. Para quem não conseguiu viajar, como eu, o jeito foi aproveitar o que a cidade tem para oferecer.
Aqui, na cidade de Bauru, entre as várias opções de lazer e passeio, o Jardim Botânico destaca-se por proporcionar aos visitantes momentos tranqüilidade e descanso através do contato com a natureza – sem todos os barulhos da cidade e o estresse do dia-a-dia.
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Como é de costume, o Carnaval é a data extra-oficial para o início “oficial” do ano brasileiro. É com muita “alegria” que o povo – e consumidor – começa todo ano novo com muitos carnês de contas divididas em incontáveis prestações. Apesar de toda essa crise, esse ano não poderia ser diferente, mesmo com toda aquela “conversa mole pra boi dormir” de que a crise chegaria “fraquinha” aqui no Brasil e não afetaria a nossa economia. Sinceramente, entre os bons velhinhos eu ainda prefiro acreditar no Papai Noel. E, tenho certeza de que não sou único.
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Durante uma reunião numa agência que trabalhei, tive a “infelicidade” de pronunciar a barbaridade “matar barata a tijolada” para exemplificar uma determinada situação. Disse isso sem antes fazer uma avaliação racional sobre o real significado. E agora sempre me lembro desta frase.
Estávamos debatendo sobre uma campanha promocional que iríamos realizar para um cliente. Como todo anunciante, seus objetivos eram simples e modestos: causar grande impacto no mercado, obter excelentes resultados de vendas, conquistar a preferência dos consumidores, assumir a liderança no segmento e, óbvio, alcançar lucros exorbitantes.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



