Trabalhar com amor

terça-feira, 2 de dezembro de 2008 14:24 Comentar Etc, Reflexão

Na vida, por mais que o di­nheiro seja um “mal” in­dis­pen­sá­vel, o co­ra­ção ativo ba­tendo forte e o amor pelo que se tem e o que se faz é, sem dú­vida, o bem mais va­li­oso e mais im­por­tante. Sem amor, não há vida. E fa­zer algo sem vida nunca é ou será gratificante.

To­dos nós co­nhe­ce­mos pes­soas que tra­ba­lham sem amor, que tra­ba­lham por “ne­ces­si­dade”. E, nor­mal­mente, essa ne­ces­si­dade pode nem mesmo exis­tir, mas acaba sendo cri­ada para ser­vir de pre­texto, de ar­gu­mento para des­cul­pas. E um grande pro­blema que está re­la­ci­o­nado a esse fato é que, para a nossa so­ci­e­dade, o ho­mem bem-​​sucedido é aquele que acu­mula bens ma­te­ri­ais, que anda no “carro do ano”, com roupa “bo­nita”. Aquele pro­fis­si­o­nal que esta fe­liz com o tra­ba­lho que faz, mui­tas ve­zes, não acaba sendo re­co­nhe­cido como um ho­mem bem-​​sucedido. O sor­riso não tem mais va­lor. Nós es­ta­mos per­dendo a es­sên­cia dos va­lo­res da vida – muita gente não sabe mais o que é isso. Não sabe o que é ter pra­zer em re­a­li­zar um tra­ba­lho, de ter or­gu­lho de sua pro­fis­são, de olhar para o re­sul­tado fi­nal e sa­ber que sua con­tri­bui­ção é importante.

É pre­ciso, pri­mor­di­al­mente, amar seu tra­ba­lho. As­sim con­quis­ta­mos o su­cesso pes­soal – que não tem nú­me­ros como re­sul­tado fi­nal, mas sim fe­li­ci­dade. Para aque­les que tra­ba­lham com amor, o su­cesso é garantido.

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