Arquivos de novembro de 2008

A mídia podre

quinta-feira, 6 de novembro de 2008 18:03 1 comentário Comunicação, Reflexão

Em todo o mundo ocorre uma in­tensa dis­cus­são so­bre as in­fluên­cias que são pro­por­ci­o­na­das pela mí­dia te­le­vi­siva na for­ma­ção da per­so­na­li­dade das pes­soas. Esse de­bate é ali­men­tado pelo bom­bar­deio de pro­gra­mas de baixa qua­li­dade in­for­ma­tiva, cul­tu­ral e edu­ca­ci­o­nal ao qual nós, te­les­pec­ta­do­res, te­mos acesso e aca­ba­mos sendo expostos.

A televisão é como a invenção dos sanitários dentro de casa. Ela não mudou os hábitos das pessoas. Ela apenas as manteve dentro da casa.
Alfred Hitchcock


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Propaganda enganosa

terça-feira, 4 de novembro de 2008 13:49 Comentar Propaganda

No Bra­sil, é co­mum ocor­rer dis­cus­sões so­bre pro­pa­gan­das que, sem es­crú­pu­los, apre­sen­tam men­ti­ras so­bre pro­du­tos com a in­ten­ção clara de en­ga­nar os con­su­mi­do­res. Nor­mal­mente, a es­tra­té­gia é exal­tar e va­lo­ri­zar os atri­bu­tos como se fos­sem su­per van­ta­gens e di­fe­ren­ci­ais, vi­sando as­sim con­quis­tar um pa­ta­mar de gran­deza e su­pe­ri­o­ri­dade que, em grande parte, não se com­pro­vam após o cli­ente efe­tuar a aqui­si­ção do produto.

Além da falta de ética que mui­tas em­pre­sas têm em re­la­ção aos seus cli­en­tes, os pro­ble­mas não pa­ram por ai. Ape­sar da exis­tên­cia do Có­digo de Di­reito do Con­su­mi­dor e do Pro­con, que “ga­ran­tem” a pro­te­ção dos con­su­mi­do­res, são ra­ros os ca­sos em que o con­su­mi­do­res pre­ju­di­ca­dos con­se­guem fa­zer pre­va­le­cer os seus di­rei­tos sem ter uma grande dor de ca­beça. Nor­mal­mente, isso acon­tece por­que as pró­prias or­ga­ni­za­ções des­co­nhe­cem ou não se im­por­tam com os di­rei­tos de seus cli­en­tes.
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Dividir para ganhar

segunda-feira, 3 de novembro de 2008 16:20 Comentar Marketing, Reflexão

As vi­tó­rias al­can­ça­das por uma em­presa es­tão atre­la­das ao com­pro­misso de seus fun­ci­o­ná­rios. São es­sas pes­soas que pen­sam pela em­presa, que pro­je­tam ob­je­ti­vos para o fu­turo, que tem idéias ino­va­do­ras, que se es­for­çam para que os pro­du­tos te­nham sem­pre qua­li­dade, que lu­tam para con­quis­tar no­vos mer­ca­dos, que ou­vem e bus­cam aten­der as ne­ces­si­da­des e de­se­jos dos cli­en­tes, que en­fren­tam a con­cor­rên­cia, que se or­gu­lham da em­presa em que tra­ba­lham. São os fun­ci­o­ná­rios que, de forma ver­da­deira, con­tri­buem para o su­cesso do ne­gó­cio e da marca no mercado.

É fun­da­men­tal res­pei­tar es­sas pes­soas e seus ob­je­ti­vos den­tro da or­ga­ni­za­ção, re­co­nhe­cer o em­pe­nho em busca de re­sul­ta­dos po­si­ti­vos, en­ten­der suas li­mi­ta­ções, va­lo­ri­zar os tra­ba­lhos re­a­li­za­dos. Essa fi­lo­so­fia, quando im­plan­tada, con­tri­bui para que haja uma so­ma­tó­ria de for­ças que aju­da­rão a em­presa a se­guir o ca­mi­nho do cres­ci­mento.
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A espera de um milagre

domingo, 2 de novembro de 2008 10:35 Comentar Etc

Hoje é o dia em que mui­tos bra­si­lei­ros – in­clu­sive eu – vão li­gar a te­le­vi­são para as­sis­tir a cor­rida de Fór­mula 1 como não fa­ziam há muito tempo. Desde que o nosso ídolo Ayr­ton Senna nos dei­xou tra­gi­ca­mente, aca­bou, para mui­tas pes­soas, o grande mo­tivo de ex­pec­ta­tiva e de ale­grias aos do­min­gos. Aca­bou como a sua vida, que se en­cer­rou numa curva em 1994. O ídolo mor­reu, mas não os seus exem­plos de pa­tri­o­tismo, de ide­a­lismo e de com­pro­me­ti­mento com o seu trabalho.

Fe­li­zes aque­les que ti­ve­ram a opor­tu­ni­dade de as­sis­tir a cor­ri­das me­mo­rá­veis, onde, in­de­pen­dente do re­sul­tado, acima de tudo, fi­cava ex­plí­cita a de­ter­mi­na­ção de Ayr­ton Senna em busca da vi­tó­ria, su­pe­rando mui­tas di­fi­cul­da­des, de­mons­trando ta­lento, téc­nica e co­ra­gem.
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