Arquivos de novembro de 2008
Em todo o mundo ocorre uma intensa discussão sobre as influências que são proporcionadas pela mídia televisiva na formação da personalidade das pessoas. Esse debate é alimentado pelo bombardeio de programas de baixa qualidade informativa, cultural e educacional ao qual nós, telespectadores, temos acesso e acabamos sendo expostos.
A televisão é como a invenção dos sanitários dentro de casa. Ela não mudou os hábitos das pessoas. Ela apenas as manteve dentro da casa.
Alfred Hitchcock
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No Brasil, é comum ocorrer discussões sobre propagandas que, sem escrúpulos, apresentam mentiras sobre produtos com a intenção clara de enganar os consumidores. Normalmente, a estratégia é exaltar e valorizar os atributos como se fossem super vantagens e diferenciais, visando assim conquistar um patamar de grandeza e superioridade que, em grande parte, não se comprovam após o cliente efetuar a aquisição do produto.
Além da falta de ética que muitas empresas têm em relação aos seus clientes, os problemas não param por ai. Apesar da existência do Código de Direito do Consumidor e do Procon, que “garantem” a proteção dos consumidores, são raros os casos em que o consumidores prejudicados conseguem fazer prevalecer os seus direitos sem ter uma grande dor de cabeça. Normalmente, isso acontece porque as próprias organizações desconhecem ou não se importam com os direitos de seus clientes.
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As vitórias alcançadas por uma empresa estão atreladas ao compromisso de seus funcionários. São essas pessoas que pensam pela empresa, que projetam objetivos para o futuro, que tem idéias inovadoras, que se esforçam para que os produtos tenham sempre qualidade, que lutam para conquistar novos mercados, que ouvem e buscam atender as necessidades e desejos dos clientes, que enfrentam a concorrência, que se orgulham da empresa em que trabalham. São os funcionários que, de forma verdadeira, contribuem para o sucesso do negócio e da marca no mercado.
É fundamental respeitar essas pessoas e seus objetivos dentro da organização, reconhecer o empenho em busca de resultados positivos, entender suas limitações, valorizar os trabalhos realizados. Essa filosofia, quando implantada, contribui para que haja uma somatória de forças que ajudarão a empresa a seguir o caminho do crescimento.
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Hoje é o dia em que muitos brasileiros – inclusive eu – vão ligar a televisão para assistir a corrida de Fórmula 1 como não faziam há muito tempo. Desde que o nosso ídolo Ayrton Senna nos deixou tragicamente, acabou, para muitas pessoas, o grande motivo de expectativa e de alegrias aos domingos. Acabou como a sua vida, que se encerrou numa curva em 1994. O ídolo morreu, mas não os seus exemplos de patriotismo, de idealismo e de comprometimento com o seu trabalho.
Felizes aqueles que tiveram a oportunidade de assistir a corridas memoráveis, onde, independente do resultado, acima de tudo, ficava explícita a determinação de Ayrton Senna em busca da vitória, superando muitas dificuldades, demonstrando talento, técnica e coragem.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



