Com todas as especulações geradas com a crise econômica mundial, os problemas, que estão dando dor de cabeça para muita gente, podem crescer. Além do receio dos investidores com as aplicações, das bolsas de valores que estão enfrentando “dias negros” e do dólar que teve um aumento significativo, aqui no “mundo real”, onde o cidadão comum, seja ele empregado, patrão ou profissional liberal, tem que trabalhar duro para conseguir com muita dificuldade o dinheiro para a sua sobrevivência, os reflexos da crise estão sendo sentidos em muitos ramos de atividades.
Entre os principais problemas estão as quedas da oferta e da procura por produtos e serviços, a oscilação do câmbio que pode desvalorizar produtos e insumos destinados à exportação e encarecer os que são importados, e as incertezas dos produtores e dos consumidores sobre o futuro.
Com essa situação, o empresariado, principalmente os pequenos e médios, sentem o impacto da crise e, para manter as portas abertas, precisam reduzir seus custos. Portanto, como conseqüências inevitáveis dessa situação, ocorrem às demissões, a dificuldade para se obter crédito, a queda de produtividade, o aumento da inadimplência, e por aí vai.
E vai, mas ainda não sabemos para onde (pense um pouco e você certamente irá imaginar um lugar). É essa incerteza em relação ao que vem pela frente que tem preocupado muitas pessoas, desde o grande empresário até o senhorzinho que vende espetinhos na rua.
Nessa jornada diária que agora tem se passado por um caminho tortuoso, com muitos obstáculos e imprevistos, é preciso atenção dobrada a todos os fatores e variáveis que podem implicar em dificuldades. Nesse mundo globalizado, com economia globalizada, a variação do valor de um produto na Malásia ou de uma matéria-prima no Congo pode repercutir nos custos da prestação de um serviço aqui no Brasil. Assim, aqueles que se manterem bem informados, preparados, atuando com inteligência a seu favor e determinação, irão sobreviver e terão a chance de se destacar.
“Preocupação, incertezas e dificuldades” é a resposta para a pergunta do título deste texto. Fora isso, certamente, não é possível prever o que poderemos enfrentar nesse novo ano que está prestes a começar.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



