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	<title>Comentários sobre: Realidade desvirtuada</title>
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	<description>Comunicação Inteligente</description>
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		<title>Por: Bruno Gonçalves</title>
		<link>http://www.brunogoncalves.com.br/2008/11/17/realidade-desvirtuada/comment-page-1/#comment-10</link>
		<dc:creator>Bruno Gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 18:43:58 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Luciano,

Sobre a explanação que fiz nesse post, tomei como base o que nos tem sido apresentado aqui no Brasil na TV aberta – pelo menos o que eu vejo e o que muitas pessoas comentam comigo.

Já discuti várias vezes com amigos se a programação da televisão é reagente e acaba sendo moldada pelo perfil social, econômico e cultural dos telespectadores, ou se é a programação é agente, selecionando seus telespectadores através da programação.

De qualquer forma, acredito que nessas duas opções o resultado acaba sendo esse mesmo teor de conteúdo, uma vez que a maioria das emissoras se preocupa com o volume de audiência (Ibope) e não com a qualidade.

Também noto que os telespectadores brasileiros seguem essa onda; apesar de muitas vezes criticarem o volume de violência e sexualidade explícita, “gostam” dessa baixa qualidade e acabam “consumindo” vorazmente essa programação.

A conseqüência disso eu, você e todos aqueles que têm um senso um pouco mais crítico conhece; é essa enxurrada de informações relacionadas a esses temas sendo valorizadas pelos programas jornalísticos e de auditórios.

Quanto ao fato de ser ou não uma característica específica de nosso país – e de países em situação econômica, política e econômica similar –, pelo pouco que conversei a respeito com meu irmão – ele ficou seis meses na Europa –, lá o teor de qualidade do conteúdo é um pouco melhor do que no Brasil, com noticiários mais informativos e opinativos. Porém, o volume de informações relacionadas à violência acaba sendo similar.

Agradeço pela observação que fez e fique sempre à vontade para visitar e debater aqui no blog Diálogo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano,</p>
<p>Sobre a explanação que fiz nesse post, tomei como base o que nos tem sido apresentado aqui no Brasil na TV aberta – pelo menos o que eu vejo e o que muitas pessoas comentam comigo.</p>
<p>Já discuti várias vezes com amigos se a programação da televisão é reagente e acaba sendo moldada pelo perfil social, econômico e cultural dos telespectadores, ou se é a programação é agente, selecionando seus telespectadores através da programação.</p>
<p>De qualquer forma, acredito que nessas duas opções o resultado acaba sendo esse mesmo teor de conteúdo, uma vez que a maioria das emissoras se preocupa com o volume de audiência (Ibope) e não com a qualidade.</p>
<p>Também noto que os telespectadores brasileiros seguem essa onda; apesar de muitas vezes criticarem o volume de violência e sexualidade explícita, “gostam” dessa baixa qualidade e acabam “consumindo” vorazmente essa programação.</p>
<p>A conseqüência disso eu, você e todos aqueles que têm um senso um pouco mais crítico conhece; é essa enxurrada de informações relacionadas a esses temas sendo valorizadas pelos programas jornalísticos e de auditórios.</p>
<p>Quanto ao fato de ser ou não uma característica específica de nosso país – e de países em situação econômica, política e econômica similar –, pelo pouco que conversei a respeito com meu irmão – ele ficou seis meses na Europa –, lá o teor de qualidade do conteúdo é um pouco melhor do que no Brasil, com noticiários mais informativos e opinativos. Porém, o volume de informações relacionadas à violência acaba sendo similar.</p>
<p>Agradeço pela observação que fez e fique sempre à vontade para visitar e debater aqui no blog Diálogo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luciano Laranjeira</title>
		<link>http://www.brunogoncalves.com.br/2008/11/17/realidade-desvirtuada/comment-page-1/#comment-9</link>
		<dc:creator>Luciano Laranjeira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 10:30:23 +0000</pubDate>
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		<description>Bruno,

Eu espero por essa responsabilidade que você deixo clara neste post.

Por outro lado, quero dividir um pensamento...

Ainda não tive a oportunidade de visitar outros países e experimentar sentar à frente de uma TV e quem sabe comparar a programação aberta de lá com a programação aberta daqui, por exemplo.

Então, me pergunto se a &quot;problemática&quot; dos nossos meios de divulgação é um sintoma, no geral, contenporâneo - obviamente, dado o perfil financeiro do país e etc - ou se é um sintoma do fato de sermos brasileiros.

Tenho amigos &quot;gringos&quot; e eles não são tão &quot;reclamões&quot; quanto nós. Pelo menos é a sensação que tenho quando converso com eles.

Bom, se for um comportamento social, será que há esforço aplicado ao meios de comunicação que faça alguma diferença? Ou só estaríamos polindo a &quot;ponta do iceberg&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno,</p>
<p>Eu espero por essa responsabilidade que você deixo clara neste post.</p>
<p>Por outro lado, quero dividir um pensamento…</p>
<p>Ainda não tive a oportunidade de visitar outros países e experimentar sentar à frente de uma TV e quem sabe comparar a programação aberta de lá com a programação aberta daqui, por exemplo.</p>
<p>Então, me pergunto se a “problemática” dos nossos meios de divulgação é um sintoma, no geral, contenporâneo - obviamente, dado o perfil financeiro do país e etc - ou se é um sintoma do fato de sermos brasileiros.</p>
<p>Tenho amigos “gringos” e eles não são tão “reclamões” quanto nós. Pelo menos é a sensação que tenho quando converso com eles.</p>
<p>Bom, se for um comportamento social, será que há esforço aplicado ao meios de comunicação que faça alguma diferença? Ou só estaríamos polindo a “ponta do iceberg”?</p>
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