Em todo o mundo ocorre uma intensa discussão sobre as influências que são proporcionadas pela mídia televisiva na formação da personalidade das pessoas. Esse debate é alimentado pelo bombardeio de programas de baixa qualidade informativa, cultural e educacional ao qual nós, telespectadores, temos acesso e acabamos sendo expostos.
A televisão é como a invenção dos sanitários dentro de casa. Ela não mudou os hábitos das pessoas. Ela apenas as manteve dentro da casa.
Alfred Hitchcock
Podemos notar que, praticamente, inexiste um controle real por parte dos órgãos competentes sobre o conteúdo veiculado pelas emissoras. Assim, apesar de sabermos que os direitos para que um canal de TV entre em operação são concedidos pelo governo “com a finalidade de promover a cultura e a educação”, notamos que muitos programas televisivos têm seus conteúdos relacionados à violência, a divergência social, a apelos sexuais e as drogas. E, no atual cenário, percebemos que, a cada dia, o volume tem sido ampliado, não havendo bom-senso das emissoras em preservar seus telespectadores – que são os seus verdadeiros clientes –, que acabam sendo “vitimados” com toda essa vulgarização de valores.
Apesar das pessoas terem o “poder” e as condições para escolher o que querem ou não assistir, se fizermos uma comparação entre os programas que estão sendo transmitidos em vários canais em determinados horários, constataremos que os telespectadores acabam enfrentando um grande dilema, encontrando pouquíssimas – e raras – opções que realmente contribuem com conteúdos benéficos e de qualidade.
Conhecendo essa realidade, muitas pessoas que tem melhores condições de acesso à informação por outros meios, como jornais, revistas e Internet, em muitos casos, acabam colocando a televisão em segundo plano – ou, até mesmo, excluindo-a como fonte de informação. E, sem dúvidas, essa postura tem sido adotada por muitos telespectadores devido a essa característica atual das emissoras de serem porta-vozes da desinformação, abrindo cada vez mais espaço em sua grade de programação para conteúdos de baixa qualidade e oferecendo mínimas opções de programas que realmente contribuem para a valorização da educação e da formação de cidadãos conscientes e bem informados.
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1 comentário em:
A mídia podre
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Escute, entenda e pense
Comunicação superficial
Depoimento de Robert Happé






rs… é isso ai brunão… a carla “da bunda” passou mto tempo na frente da TV e não teve tempo de estudar para as provas de português…kakakaakkaa…
Se ela conhecesse Carlitos ia ter a grande idéia de fazer um programa de TV sem voz… seria menos pior…rs
Abraço