Arquivos de outubro de 2008

Força do pensamento

sexta-feira, 31 de outubro de 2008 07:05 Comentar Propaganda, Reflexão

On­tem, as­sisti um co­mer­cial na TV que não ha­via visto e nem ou­vido al­guém co­men­tar. Cer­ta­mente, não es­tou es­cre­vendo algo a res­peito em pri­meira mão – e isso, tam­bém, não faz di­fe­rença al­guma, não para mim.

Pelo que no­tei, esse ví­deo não é muito re­cente, já que foi pu­bli­cado no Vi­meo há apro­xi­ma­da­mente cinco me­ses atrás. Mas, re­al­mente, vale a pena mencioná-​​lo, pois a men­sa­gem é muito in­te­li­gente, forte e cri­a­tiva, com re­da­ção e pro­du­ção de ví­deo muito bem ela­bo­ra­das, con­se­guindo en­vol­ver o es­pec­ta­dor e, prin­ci­pal­mente, sensibilizá-​​lo.

É um ví­deo da ADD (As­so­ci­a­ção Des­por­tiva para De­fi­ci­en­tes) e, ao in­vés de pro­lon­gar mais o meu de­poi­mento, su­giro que você mesmo as­sista e com­prove a qua­li­dade da peça. Con­fira abaixo:

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Ví­deo institucional da ADD (As­so­ci­a­ção Des­por­tiva para De­fi­ci­en­tes)

Agên­cia: AGE /​ Paulo Pretti. Pro­du­tora: Ouro 21. Di­re­tor: Sér­gio Cu­e­vas /​ Teis­son Fróes. Com­pu­ta­ção grá­fica 3D: Teis­son Fróes

Briga de cachorro grande

quarta-feira, 29 de outubro de 2008 16:15 Comentar Reflexão

Aderi re­cen­te­mente ao Twit­ter. Criei lá meu per­fil e te­nho acom­pa­nhado, ainda que com pouca freqüên­cia, o que al­guns ami­gos, pro­fis­si­o­nais e blo­guei­ros que sim­pa­tizo es­tão “tui­tando”. Não me des­per­tou grande in­te­resse – ainda – por­que, como disse mi­nha na­mo­rada, o con­teúdo não é lá “aquela coisa” – com pa­la­vras dela “o Twit­ter é uma coisa tonta”. É muita con­versa fi­ada sendo jo­gada fora e, de útil mesmo, há muito pouco.

Con­fesso Lindy, você tem ra­zão quando acha – e diz – que o Twit­ter é tonto. Mas, no caso, é pre­ciso ava­liar que o ró­tulo tonto é de­vido ao teor das men­sa­gens que são pu­bli­ca­das lá pe­los usuá­rios. Ou seja, tonto não é a fer­ra­menta Twit­ter, mas sim aque­les que a usam de ma­neira tonta.
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Na medida certa

quarta-feira, 29 de outubro de 2008 08:23 Comentar Comunicação, Marketing

O mer­cado glo­ba­li­zado – e a crise glo­ba­li­zada –, a forte con­cor­rên­cia, a am­pli­tude de per­fis de con­su­mi­do­res e de mí­dias para di­vul­ga­ção criam um “quebra-​​cabeça” no mo­mento de cons­truir a es­tra­té­gia de co­mu­ni­ca­ção para uma cam­pa­nha pu­bli­ci­tá­ria, exi­gindo as­sim, bas­tante in­te­li­gên­cia dos pro­fis­si­o­nais e das agên­cias, prin­ci­pal­mente da­que­les que são res­pon­sá­veis pela cri­a­ção e pela mí­dia.
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Escute, entenda e pense

terça-feira, 21 de outubro de 2008 09:56 2 comentários Reflexão

Mui­tas pes­soas têm o ter­rí­vel há­bito de fa­zer pré-​​julgamentos so­bre ques­tões às quais são ex­pos­tas sem an­tes re­fle­tir e bus­car um mí­nimo de in­for­ma­ções e de co­nhe­ci­men­tos so­bre o as­sunto. Agindo dessa ma­neira, elas não es­ta­rão pre­pa­ra­das para de­fi­nir uma opi­nião sen­sata e, muito me­nos, ap­tas para de­fen­der uma po­si­ção, seja ela a fa­vor ou contra.

Dê a todas as pessoas seus ouvidos,
mas a poucas a sua voz.
William Shakespeare


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Para falar com o Papai Noel

quinta-feira, 16 de outubro de 2008 14:37 Comentar Etc

Os ser­vi­ços te­lefô­ni­cos de aten­di­mento aos con­su­mi­do­res, na mai­o­ria dos ca­sos, re­fle­tem o to­tal des­pre­paro – ou des­prezo – por parte das em­pre­sas em re­la­ção aos seus clientes.

Para ates­tar a afir­ma­ção, basta ter uma dú­vida ou pro­blema com um ser­viço con­tra­tado ou um pro­duto ad­qui­rido. É nesse mo­mento que o con­su­mi­dor irá amar­gar a triste ex­pe­ri­ên­cia de gas­tar um longo tempo ou­vindo aque­las es­pe­ras com pro­mo­ções e men­sa­gens como “a sua li­ga­ção é muito im­por­tante para nós” ou “te­mos a honra de tê-​​lo como nosso cli­ente”. Após ou­vir to­das as pro­mo­ções e fra­ses men­ti­ro­sas por três ou qua­tro ve­zes – isso para ser oti­mista –, o “hon­rado” cli­ente terá que en­ca­rar o aten­di­mento de pes­soas que, ge­ral­mente, são des­pre­pa­ra­das ou in­com­pe­ten­tes para sa­nar suas dú­vi­das e re­sol­ver seus pro­ble­mas. Os con­su­mi­do­res fa­zem pa­pel de pa­lhaço nesse grande circo.
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