Arquivos de setembro de 2008
É época de campanha e assistir ao horário eleitoral pode ser um bom exercício para testar a paciência – e o estômago. Apesar de ser um momento importante, para muitos eleitores menos – ou nada – preocupados com a administração das cidades em que moram, o teor dos discursos apresentado pelos candidatos acaba sendo interpretado como se fosse um programa humorístico – servindo de motivo para chacota em discussões com amigos.
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Na atividade publicitária, como em outras, os profissionais utilizam um vocabulário específico, contando com palavras de origens estrangeira, técnica-científica, improvisada e popular. Para aqueles que trabalham na área, o artifício pode facilitar o diálogo já que a compreensão do código usado para construir a mensagem é comum ao emissor e ao receptor.
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Dentro das organizações – geralmente das “grandes” –, trabalhos que poderiam ser executados de maneira mais simples se houvessem objetivos claros e bem definidos, um planejamento refinado dos processos e a orientação adequada do pessoal, o que exigiria esforços menores, muitas vezes acabam se tornando verdadeiros “desafios” graças a muitos fatores como a falta de organização, de definição de prioridades para a empresa e de incompetência de profissionais da equipe. Essa situação gera um desperdício desnecessário de tempo e de recursos.
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Em Bauru, o dia 7 de setembro de 2008 não ficou marcado apenas por ser a data em que se comemora a Independência do Brasil. Neste domingo foi realizada na cidade a primeira parada gay. Intitulada “Parada pela Diversidade”, o manifesto festivo organizado pela ADB (Associação Bauru pela Diversidade) teve um enfoque amplo. Além de apoiar o público GLBT (Gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros), teve o objetivo de defender a igualdade de direitos para as minorias que sofrem discriminação, como negros, idosos, pessoas com deficiências, portadores do vírus HIV e Aids.
O evento ocorreu na avenida Nações Unidas e teve a presença de um grande público. Três trios elétricos animaram a festa. Com organizada destacada, amplo apoio e cobertura da imprensa local, a repercussão do evento foi positiva e estimula o diálogo sobre esse tema.
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Os olhos ficaram cansados de ver letras e palavras perdidas em páginas que se foram. Vermelhos, pesados, baixos, cansados. Folheou, olhou para todas, mas não deu a atenção necessária para ler o conteúdo de cada uma delas. Uma boa parte, apenas espiou superficialmente. É uma ironia saber que teve ali a chance de aprender todos os ensinamentos contidos nessas páginas e, de alguma forma, não aproveitou a oportunidade.
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



