Dicionário de “compliquês”

Em­pre­go de uma “fa­la­ção re­bus­ca­da” po­de pre­ju­di­car o diá­lo­go e revelar-​se co­mo ar­ti­fí­cio in­ten­ci­o­nal pa­ra dis­fa­çar in­com­pe­tên­cia

quinta-feira, 11 de setembro de 2008 12:55 Reflexão

Na ati­vi­da­de pu­bli­ci­tá­ria, co­mo em ou­tras, os pro­fis­si­o­nais uti­li­zam um vo­ca­bu­lá­rio es­pe­cí­fi­co, con­tan­do com pa­la­vras de ori­gens es­tran­gei­ra, técnica-​científica, im­pro­vi­sa­da e po­pu­lar. Pa­ra aque­les que tra­ba­lham na área, o ar­ti­fí­cio po­de fa­ci­li­tar o diá­lo­go já que a com­pre­en­são do có­di­go usa­do pa­ra cons­truir a men­sa­gem é co­mum ao emis­sor e ao re­cep­tor.

É fa­to que mui­tos pu­bli­ci­tá­ri­os exa­ge­ram no uso des­ses vo­cá­bu­los, se­ja pe­lo cos­tu­me ou, até mes­mo, pa­ra ten­tar dis­far­çar sua in­com­pe­tên­cia, bus­can­do for­mar uma ima­gem pes­so­al de “senhor-​sabe-​tudo”, si­tu­a­ção que cria o es­tig­ma de que os pu­bli­ci­tá­ri­os são ego­cên­tri­cos.

Pa­ra evi­tar a ta­cha­ção e fa­ci­li­tar a co­mu­ni­ca­ção ao in­vés de dificultá-​la, é ne­ces­sá­rio ter dis­cer­ni­men­to ao agre­gar um ter­mo es­pe­cí­fi­co da pro­fis­são ao uso co­ti­di­a­no, en­ten­den­do que nem to­das as pes­so­as com­pre­en­dem seu sig­ni­fi­ca­do, evi­tan­do as­sim o “com­pli­ques” e pra­ti­can­do um diá­lo­go mais sim­ples e ob­je­ti­vo com cli­en­tes, co­le­gas de tra­ba­lho e par­cei­ros.

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