Dentro das organizações – geralmente das “grandes” –, trabalhos que poderiam ser executados de maneira mais simples se houvessem objetivos claros e bem definidos, um planejamento refinado dos processos e a orientação adequada do pessoal, o que exigiria esforços menores, muitas vezes acabam se tornando verdadeiros “desafios” graças a muitos fatores como a falta de organização, de definição de prioridades para a empresa e de incompetência de profissionais da equipe. Essa situação gera um desperdício desnecessário de tempo e de recursos.
É preciso estar atento e perceber quando a mentalidade da equipe ou de algumas pessoas parte para o sistema de “complicar o que é fácil”, seja por ter tendência ao perfeccionismo, incompetência ou, em situações mais graves, por insatisfação com o trabalho.
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Todos os trabalhos que apresentam “sintomas” como deficiências, atrasos, falhas, desorganização, incoerência, entre outros, devem ser analisados e reformulados já que, certamente, os resultados serão negativos, como num organismo onde um “órgão” doente pode afetar outros órgãos que estão sadios, prejudicando o corpo como um todo.
É muito importante conscientizar e envolver todas as pessoas, contando com a equipe para que os problemas sejam diagnosticados, analisados, que a solução seja desenvolvida e implantada. A “lei do silêncio”, a lentidão ou a falta de comprometimento para se resolver os problemas devem ser evitados para não acabar gerando uma “bola de neve” onde a situação pode se agravar cada vez mais, prejudicando não apenas a empresa internamente mas, também, os clientes com produtos ou serviços de qualidade inferior.
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Complicar o que é fácil
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Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.



