Atualmente, com a grande concorrência pelos espaços publicitários nas mídias tradicionais, é necessário que as empresas se conscientizem de que é importante buscar novas alternativas para a comunicação.
Por exemplo, pode ser um grande erro adotar a tática de publicar um anúncio numa disputa por um “lugar ao sol” com outros anunciantes num veículo carregado, como na edição de domingo de um jornal, numa revista, portal de internet, etc. É comum ouvirmos histórias de que concorrentes diretos foram publicados “lado a lado”, ou bem próximos, o que acabou gerando um mal-estar entre as empresas e o veículo de comunicação. Mesmo conhecendo esse tipo de problema, há dificuldade para promover as mudanças de postura junto aos anunciantes.
Apesar das novidades que são freqüentes no mercado publicitário, tanto nas mídias digitais como nas tradicionais, no Brasil, veicular uma campanha de comunicação é uma tarefa “simples”, já que grande parte das empresas – subentenda-se empresários e gestores – adotam uma postura leiga e sem análise técnica no momento de fazer a escolha dos veículos, partindo para a mesma “solução” de sempre, mesmo quando assessoradas por um profissional de comunicação ou por uma agência. Acaba sendo “prático” desenvolver as campanhas, já que se limitam a um processo sistemático e básico, como seguir uma receita de bolo.
Ficar só no “arroz com feijão” não promoverá a imagem e as vendas. Para conquistar novos clientes é preciso dirigir a comunicação para falar com pessoas diferentes, pessoas que ainda não tiveram contato com a empresa. Portanto, é preciso dar crédito para as mídias alternativas e os veículos de comunicação que estão presentes no mercado. Só assim os resultados poderão ser diferentes e, certamente, ampliados.
Compartilhe
1 comentário em:
Fugindo do arroz com feijão
Clique aqui para fazer o seu comentário.
Para sua foto ser exibida no(s) comentário(s) inscreva-se no Gravatar.
Faça seu comentário
*Sobre os comentários Todos os comentários são submetidos à moderação e podem ser bloqueados automaticamente para avaliação. Os administradores reservam-se ao direito de apagar, a qualquer momento e a seu critério, todos os comentários que julgarem preconceituosos, ofensivos, caluniosos, difamatórios, prejudiciais à terceiros, com linguagem inapropriada ou que tenham o objetivo explícito de promover indivíduos ou organizações. Também serão excluídos os comentários que não apresentarem relação direta com o tema ou que não identificarem os seus autores – é preciso informar o nome (obrigatório), o e-mail (obrigatório) e um endereço de site, blog ou de perfil em redes sociais. Ao publicar comentários no blog, o visitante está ciente e autoriza a liberação do copyright de seus comentários para Bruno Gonçalves. Para mais informações, consulte as regras do blog.


Comunicação a preço de banana
Matar barata a tijolada
Bruno Gonçalves, profissional de comunicação, especialista em comunicação organizacional, propaganda e design gráfico.




Muito bem colocado, eu acredito que nesse processo uma grande parcela de culpa são das agências que estão estagnadas e acomodadas além de algumas que tem rabo preso com o veículo e sempre dão preferência a ele. Todas as empresas falam sempre com as mesmas pessoas, que ja nem percebem mais os anúncios por serem sempre os mesmos e nos mesmos lugares. Parabéns pelo post, e por todos os outros, abraço.